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ATUALIZADA - 'Em retrospectiva, eu agiria diferente', diz Trump Jr. sobre oferta russa

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Donald Trump Jr. disse nesta terça-feira à noite (11) que "olhando para trás, provavelmente teria feito as coisas de outro modo" ao manter contato com pessoas da Rússia na campanha eleitoral em busca de informações comprometedoras sobre a presidenciável democrata Hillary Clinton.

Em entrevista à emissora Fox News, o filho mais velho do presidente dos Estados Unidos reiterou a versão de que a reunião com a advogada russa Natalia Veselnitskaia em junho de 2016 para tratar de informações sobre Hillary não resultou em "nada" e que, por isso, não informou seu pai sobre o conteúdo do encontro.

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"Isso aconteceu antes da febre sobre a Rússia", afirmou Trump Jr., acrescentando que as acusações de conluio com o Kremlin são "ridículas". "Eu acho que não fiquei alarmado na hora porque não isso era a questão que virou nos últimos nove, dez meses (...) Em retrospectiva, hoje eu sei mais."

Nesta quarta-feira (12), Donald Trump elogiou o desempenho de seu filho na entrevista. "Ele foi franco, transparente e inocente. Esta é a maior caça às bruxas da história política. Triste!"

Trump Jr., que coordena com seu irmão Eric os negócios de seu pai desde que ele assumiu a Presidência dos EUA, foi tragado para o centro do escândalo sobre o suposto conluio entre a equipe de campanha de Donald Trump à Casa Branca e autoridades da Rússia.

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Após reportagens do "New York Times" sobre o caso, Trump Jr. divulgou na terça-feira uma série de e-mails trocados em junho de 2016 com um intermediário de contatos na Rússia.

Nas mensagens, o produtor musical britânico Rob Goldstone, que trabalha para os empresários Emin e Aras Agalarov, próximos ao Kremlin, lhe oferece "documentos e informações oficiais que incriminariam Hillary e os negócios dela" no país como parte de um "esforço do governo russo para ajudar Trump".

Trump Jr. respondeu dizendo: "Se for o que você está falando mesmo, eu adorei". Depois disso, eles agendaram um encontro em 9 de junho daquele ano em Nova York entre Trump Jr. e Veselnitskaia, descrita por Goldstone como "advogada do governo russo".

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Nesta quarta-feira, o Kremlin disse que não procurou os Agalarov para oferecer informações sobre Hillary e que "nunca esteve em contato" com Veselnitskaia, que também nega trabalhar para o Kremlin.

Em entrevista à rádio russa Business FM, Aras Agalorov chamou de "invenções" a afirmação de que ele teria informações comprometedoras sobre Hillary.

O caso envolvendo Trump Jr. não tem relação direta com as atuais investigações do FBI (polícia federal americana) e do Congresso sobre a possível interferência do governo russo nas eleições de 2016 e sobre a relação de membros da equipe de campanha de Donald Trump com Moscou.

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