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Para aliviar crise, EUA e Qatar fecham acordo contra o terrorismo

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Qatar e os Estados Unidos anunciaram nesta terça-feira (11) um acordo no qual o país árabe se compromete a intensificar os seus esforços no combate ao terrorismo e ao seu financiamento.

O acerto foi firmado durante visita ao governo qatariano do secretário de Estado dos Estados Unidos, Rex Tillerson, que tenta mediar a crise diplomática no golfo Pérsico.

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"Hoje, o Qatar é o primeiro país a firmar com os EUA um programa de combate ao financiamento do terror", afirmou o chanceler do Qatar, Mohammed bin Abdulrahman al-Thani. "Convidamos todos os países que nos impõem um bloqueio a se somarem ao acordo."

Em junho, a Arábia Saudita, os Emirados Árabes, o Egito e o Bahrein romperam relações diplomáticas com o Qatar, acusando o país de financiar o terrorismo.

Para normalizar a situação, os quatro países apresentaram uma lista de exigências, que inclui o fim das relações com o Irã, o fechamento da rede de TV Al Jazeera e uma base militar que a Turquia mantém no país. O Qatar nega as acusações.

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"Espero que possamos fazer progressos", disse Tillerson após reunião com o emir do Qatar, Tamim bin Hamad Al Thani.

Nesta segunda (10), Tillerson iniciou pelo Kuait uma viagem na região com o objetivo de encontrar uma saída para a crise. Nesta quarta (12), o secretário deve se reunir com representantes da Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Egito em Jidá, cidade do oeste saudita.

"Esse encontro reflete a vontade dos quatro países de reforçar a coordenação e mostrar sua unidade sobre as futuras relações com o Qatar", explicou o chanceler egípcio.

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A tentativa de reconciliação de Tillerson vai na contramão de declarações de Donald Trump. Em junho, o presidente dos Estados Unidos chegou a afirmar que o Qatar financia o terrorismo em um nível "muito alto".

Para Tillerson, no entanto, o bloqueio prejudica o combate à facção terrorista Estado Islâmico (EI). Os EUA mantêm no Qatar a sua maior base aérea no Oriente Médio, usada nos bombardeios contra o EI na Síria e no Iraque.

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