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'Não se pode calar uma cultura', diz Valesca sobre projeto de lei que criminaliza o funk

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SARAH MOTA RESENDE

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - São 17 anos de carreira, a maior parte como integrante do grupo "Gaiola das Popozudas". Em 2013, partiu em "voo solo" ao lançar o hit "Beijinho no Ombro".

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Não foi um lançamento musical, entretanto, que levou o nome de Valesca Popozuda ao noticiário do país nos últimos dias.

Uma proposta de lei que criminaliza o funk foi enviada ao Senado com mais de 20 mil assinaturas. A ideia, que considera o gênero musical como "crime de saúde pública", é de autoria do empresário paulista Marcelo Alonsa.

"Não se pode calar uma cultura", diz a cantora sobre o projeto de lei à reportagem. "Eu nasci no Rio de janeiro. Cresci ouvindo funk desde que me entendo por gente. Vivi minha adolescência em bailes e isso nunca me tornou uma pessoa pior. Muito pelo contrário".

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No plenário, a sugestão acabou nas mãos do senador Romário (Podemos-RJ), que logo se declarou contra a proibição. Ainda assim, ele propôs realizar uma audiência pública, ainda sem data, sobre o tema com a presença de artistas, entre eles, Valesca, e sociólogos.

A cantora diz que já conhecia o ex-jogador, mas que passou a "admirá-lo" depois que ele ingressou na carreira política. "Hoje em dia digo que ele me representa".

"Não tratem o funk como algo ruim, não tratem o funk como um ritmo de uma só classe, tratem o funk com respeito", diz.

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ANITTA

Em junho, logo que a proposta veio a público, a cantora Anitta também saiu em defesa do gênero na rede social Twitter. Com mais de 4 milhões de seguidores no microblog, a artista escreveu aos "22 mil desinformados que estão precisando sair do conforto de seus lares para conhecer um pouquinho mais do nosso país".

Além disso, ela afirmou que o funk "gera trabalho, gera renda". Para aqueles que assinaram a proposta, ela pede para visitarem as áreas "menos nobres do nosso país e vocês descobririam isso rápido".

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