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EUA dizem estar prontos para usar força militar contra Coreia do Norte

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ISABEL FLECK

WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) - Os Estados Unidos disseram, nesta quarta-feira (5), estar dispostos a usar a força militar contra a Coreia do Norte após o teste de um míssil balístico intercontinental por Pyongyang na véspera.

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O recado foi dado pela embaixadora americana na ONU, Nikki Haley, durante uma reunião de emergência do Conselho de Segurança para tratar do tema. A representante instou ainda os países-membros a aprovarem novas sanções para salvarem o mundo de uma "catástrofe".

"Os EUA estão preparados para usar todas as nossas capacidades para nos defender e defender nossos aliados. Uma dessas capacidades é a nossa considerável força militar", disse Haley. "Nós vamos usá-la se for preciso, mas preferimos não ter que ir nesta direção".

A embaixadora disse que os EUA vão propor novas sanções à Coreia do Norte nos próximos dias e pressionou os membros do conselho ?incluindo China, aliada de Pyongyang, e Rússia? a aprovar as medidas.

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"O tempo é curto, e uma ação é necessária. Se agirmos juntos, ainda podemos salvar o mundo de uma catástrofe", disse.

Segundo ela, se os EUA não tiverem o apoio dos outros países, o governo americano vai seguir "seu próprio caminho" sobre o tema, o que poderia compreender, inclusive, a retaliação aos que seguirem com suas parcerias comerciais com a Coreia do Norte.

"Vamos observar cada país que escolher fazer negócios com esse regime criminoso", afirmou, num recado especialmente voltado à China ?que, como Haley ressaltou em sua fala, é responsável por 90% do comércio norte-coreano.

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Na terça-feira (4), secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, admitiu que o míssil testado pela Coreia do Norte poucas horas antes era um artefato balístico intercontinental, que, em tese, teria capacidade de atingir o Estado americano do Alasca.

O secretário cobrou uma "ação global para deter uma ameaça global".

Horas depois, os EUA anunciaram que suas forças fizeram um teste conjunto com Seul, lançando mísseis que caíram em águas sul-coreanas. O exercício foi uma demonstração de poder de defesa diante do lançamento norte-coreano.

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