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ATUALIZADA - Ex-repórter de TV é presa por suspeita de envolvimento com facção criminosa

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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Luana de Almeida Domingos, ex-apresentadora da RedeTV!, foi presa na manhã desta terça-feira (4), em Ilhabela, no litoral norte de São Paulo, por suspeita de envolvimento com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

Contra ela havia um mandado de prisão preventiva pelos crimes de corrupção ativa e por integrar organização criminosa. Antes de ser presa, a ex-repórter figurou na lista de foragidos da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo.

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Ela é suspeita de fazer parte de uma célula criminosa do PCC denominada "sintonia dos gravatas" ou "célula R", responsável por transmitir ordens da cúpula da organização criminosa. Luana foi presa em Ilhabela, numa casa descrita pela polícia como seu esconderijo.

Ela foi detida pela Polícia Civil do Rio pois havia a suspeita de que estivesse escondida na capital carioca -há rumores de que o PCC fez alianças com a facção ADA (Amigos dos Amigos), dona do tráfico na Rocinha e inimiga histórica do CV (Comando Vermelho). Segundo a Polícia, ela também teria um namorado no Rio.

Luana, que é conhecida como Luana Don, é advogada e jornalista, e foi repórter do programa Superpop, da RedeTV!, apresentado por Luciana Gimenez. Trabalhou na atração entre 2012 e 2015 com reportagens que mostravam o bastidor da vida das celebridades, além de assuntos comportamentais.

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A Polícia Civil do Rio não soube informar o nome do advogado responsável pela defesa de Luana Domingos.

VIOLÊNCIA URBANA

O Rio enfrenta um agravamento de sua crise de segurança. Dados do ISP (Instituto de Segurança Pública), ligado ao governo estadual, mostram que desde 2009 não é tão alta a taxa de crimes com morte violenta -homicídio intencional, roubo seguido de morte, lesão corporal seguida de morte e homicídio após oposição à intervenção policial.

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Em 2016, foram 6.248 casos, 37,6 por 100 mil habitantes, maior índice em sete anos. Só a Baixada Fluminense concentra 33% dos crimes.

Segundo as investigações, grande parte das mortes violentas foram encomendadas por facções criminosas que disputam o controle do tráfico de drogas no Estado.

Nem quem deveria reprimir o crime está imune das acusações. Na última semana, uma megaoperação autorizada pela Justiça prendeu 91 policiais militares em São Gonçalo, na região metropolitana da capital fluminense, suspeitos de prestar apoio a traficantes.

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