TNOnline

Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Procuradora-geral venezuelana pede proteção a comissão internacional

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A procuradora-geral da Venezuela, Luisa Ortega Díaz, afirmou nesta sexta-feira (30) que pediu à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) proteção para os funcionários do Ministério Público venezuelano.

"Solicitei ante a @CIDH medidas cautelares para proteger a todos os funcionários que trabalham no @MPvenezuelano #30Jun", escreveu a procuradora-geral em uma rede social.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Ex-aliada do chavismo, Ortega Díaz tornou-se nos últimos meses crítica ferrenha do presidente Nicolás Maduro.

Ela enviou três ações ao Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) para impedir a Assembleia Constituinte convocada por Maduro para escrever uma nova Constituição.

Para a procuradora, o presidente viola a lei ao não submeter a convocação a referendo popular e por fazer a eleição da assembleia sem sufrágio universal.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em retaliação, na quarta-feira (28) o TSJ havia proibido Ortega Díaz de deixar a Venezuela, além de ter congelado suas contas e bens. As medidas são uma consequência da convocação de Ortega a comparecer em 4 de julho a uma audiência no TSJ que decidirá se irá levá-la a juízo.

Nesse mesmo dia, Ortega Díaz afirmara que o governo de Nicolás Maduro impôs um "terrorismo de Estado" por meio dos militares e do TSJ.

"Aqui parece que todo o país é terrorista (...), creio que temos um terrorismo de Estado", disse a procuradora à imprensa. Ela também pediu que o país mantenha o respeito à lei e reiterou que a Venezuela vive uma ruptura da ordem constitucional.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A procuradora também contestou a decisão da Suprema Corte da Venezuela de restringir os seus poderes e afirmou que não irá reconhecê-las. Na terça (27), o TSJ emitiu decreto que fortalece o defensor público Tarek William Saab e permite que ele realize investigações criminais, tarefa antes exclusiva do gabinete de Ortega Díaz. A procuradora alega haver "clara intenção", com a medida, de anular o Ministério Público.

A crise política no país se agravou desde que um helicóptero da polícia científica sobrevoou prédios do governo em Caracas, na noite de terça-feira.

Segundo Maduro, tiros foram disparados contra a sede do Ministério de Interior e Justiça, e granadas foram lançadas no edifício do Tribunal Supremo de Justiça. O presidente classificou a ação de "ataque terrorista" e "tentativa de golpe de Estado".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O piloto do helicóptero, o policial e ator Óscar Pérez, ainda está foragido. O governo emitiu uma ordem de prisão internacional contra ele.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV