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Estudantes detidos na Venezuela ficam sem poder ver advogados e parentes

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A maioria dos estudantes presos na quinta-feira (29) em uma manifestação em Caracas contra o presidente Nicolás Maduro seguem se ter contato com familiares e advogados, sem conhecer os motivos de sua detenção.

Os 31 estudantes, a maioria da Universidade Simón Bolívar, foram presos dentro de uma agência bancária onde buscavam proteção contra o avanço das forças de segurança, que reprimiam o protesto. Dois menores de idade foram liberados.

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Nesta sexta-feira (30), parentes, colegas e advogados se reuniram em frente à sede do Sebin, o serviço secreto venezuelano, para tentar descobrir a situação dos estudantes. Segundo a imprensa local, alguns dos detidos conseguiram se comunicar com a família por mensagem de texto e disseram não ter sofrido agressões.

Manifestantes bloquearam também nesta sexta-feira (30) um trecho da estrada Francisco Fajardo, principal via de Caracas, para exigir a libertação dos estudantes detidos na véspera. Policiais monitoravam o protesto, mas não há registro de confrontos.

Há três meses, a oposição vem convocando protestos quase diariamente contra o governo chavista. Eles pedem a libertação de presos políticos e se opõem à eleição da Assembleia Constituinte convocada por Maduro -que será responsável por redigir a nova Constituição do país- marcada para o dia 30 de julho.

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Os protestos frequentemente terminam em violência e já deixaram cerca de 80 mortos, incluindo policiais, manifestantes e pessoas que não participavam diretamente dos atos.

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