TNOnline

Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

China se irrita com plano dos EUA de vender armamentos para Taiwan

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A China expressou nesta sexta-feira (30) sua irritação com o plano do governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de vender a Taiwan cerca de US$ 1,4 bilhão em armas.

A China considera Taiwan parte de seu território e a classifica como uma província rebelde. Nacionalistas chineses fugiram para a ilha em 1949 após perder a guerra civil para os comunistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"O gesto errado do lado americano vai de encontro ao consenso alcançado entre os dois presidentes e o momento positivo de desenvolvimento das relações China-EUA", disse a embaixada da China em Washington. "O governo chinês e o povo chinês têm toda o direito de ficar irritados."

Ao anunciar o pacote de venda de armas a Taiwan, o Departamento de Estado disse na quinta-feira (29) que se trata de um apoio à "capacidade de autodefesa" da ilha, mas ressaltou que o plano não implica mudança na política de "uma única China", exigida por Pequim e apoiada pelos EUA.

O Ministério da Defesa da China afirmou que Taiwan é a "questão mais importante e sensível das relações sino-americanas" e exigiu que Washington evite provocar novas instabilidades na região.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os Estados Unidos deixaram de reconhecer Taiwan em 1979, passando a manter relações formais apenas com a China continental, governada pelo Partido Comunista.

ESTRATÉGIA ERRÁTICA

Até agora, o governo Trump tem sido marcado por uma estratégia errática para a China.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Durante a campanha presidencial, no ano passado, o republicano adotou uma retórica hostil contra Pequim, acusando os chineses de roubarem empregos dos americanos e de realizar manipulação monetária. Em dezembro, Trump irritou o governo chinês ao sugerir uma reaproximação com Taiwan e conversar por telefone com a líder da ilha, Tsai Ing-wen, rompendo o protocolo.

Após tomar posse, em janeiro, o presidente adotou um tom mais comedido e reiterou o apoio à política de "uma única China". Os dois países se aproximaram ainda mais após a visita do presidente Xi Jinping aos EUA, em abril -a partir daí, Trump passou a expressar confiança na China.

O pacote de venda de armas a Taiwan representa um novo tensionamento entre os dois países. Analistas divergem em sua avaliação sobre as idas e vindas de Trump na política externa: enquanto uns interpretam isso como uma tática para obter melhores condições de negociação, outros veem uma falta de experiência e de estratégia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV