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Cerco a visitantes islâmicos libera sogros e veta avós

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ISABEL FLECK

WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) - O governo Donald Trump definiu como irá aplicar a versão de seu decreto anti-imigração parcialmente liberado pela Suprema Corte dos Estados Unidos na segunda (26).

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Segundo um telegrama obtido pelo jornal "The New York Times", o Departamento de Estado vai considerar como "parentes próximos" pai, mãe, mulher, filho (criança ou adulto), irmãos (inclusive meios-irmãos), genro, nora, sogros e enteados.

Avós, sobrinhos e cunhados não foram incluídos na definição.

O governo americano não especificou quais critérios utilizou para chegar a essa definição.

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O decreto veta a entrada nos EUA de cidadãos de seis países de maioria muçulmana: Irã, Iêmen, Líbia, Síria, Sudão e Somália. Juízes da Suprema Corte determinaram que o veto não poderia ser imposto a quem "tenha reivindicação crível de uma relação de boa fé com uma pessoa ou entidade nos Estados Unidos".

As medidas entrariam em vigor às 20h desta quinta-feira (29, às 21h em Brasília).

As diretrizes deixam claro que alguém que tenha aceitado uma proposta de emprego de uma empresa nos Estados Unidos ou um convite para dar uma palestra em uma universidade americana pode entrar.

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Mas uma ONG (organização não governamental), por exemplo, que tente trazer cidadãos dos países vetados e os classifique como clientes não conseguirá contornar o decreto.

"Uma reserva de hotel, paga ou não, também não constitui relação de boa fé com uma entidade nos Estados Unidos", diz o documento do Departamento de Estado.

A decisão da Suprema Corte vale daqui até o momento em que a Corte tome a sua decisão final, o que talvez só aconteça no final do quarto trimestre.

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A Suprema Corte julgará o caso em sua próxima temporada, que começa em outubro. Quando isso acontecer, ela poderá confirmar sua posição atual sobre a restrição de entrada ou fazer algo diferente.

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