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Metroviários decidem não aderir à paralisação desta sexta-feira em SP

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FABRÍCIO LOBEL

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O sindicato dos metroviários de São Paulo decidiu não fazer greve nesta sexta-feira (30). A decisão foi tomada na noite desta quinta (29) em assembleia na sede do sindicato.

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O indicativo de greve havia sido decidido contra as reformas trabalhistas e da Previdência do governo federal.

A decisão dos metroviários por não aderir à greve foi motivada pela baixa adesão de outros sindicatos ao que estava previsto para ser uma ampla paralisação sindical no país nesta sexta-feira.

A Força Sindical e a UGT, duas das maiores centrais sindicais do país, admitiram que terão uma menor adesão à paralisação desta sexta-feira, em relação à última greve em 28 de abril.

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Os sindicatos que representam os trabalhadores da CPTM e os motoristas de ônibus, por exemplo, não aderiram à paralisação. A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) também informou que o rodízio municipal de veículos será mantido.

Antes mesmo da assembleia dos metroviários, o Tribunal Regional do Trabalho chegou a determinar que, em caso de greve, a categoria deveria manter 80% dos trabalhadores no horário de pico. Outra decisão da Justiça estipulou em R$ 1 milhão a multa em caso de paralisação.

O Metrô paulista tem cerca de 9.200 funcionários, sendo que dois terços deles estão diretamente envolvidos na operação dos trens e estações, e transporta cerca de 4 milhões de pessoas (média mensal de 2016) pelas linhas 1-azul, 2-verde, 3-vermelha, 5-lilás e 15-prata.

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Os metroviários já realizaram duas paralisações em 2017: uma no dia 15 de março e em 28 de abril. Em ambas, os funcionários do Metrô apoiaram greve geral convocada por centrais e movimentos sociais contra as reformas da Previdência e das leis trabalhistas.

Uma possível paralisação nesta sexta também serviria para a categoria pressionar o governo contra a concessão de linhas como a 5-lilás e os monotrilhos das linhas 15-prata e 17-ouro, além da terceirização do serviço de venda de bilhetes, já iniciada na linha 5-lilás.

EDUCAÇÃO

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Os professores estaduais e municipais de São Paulo devem aderir à paralisação desta sexta, apesar de parte dos alunos já não estarem frequentando as aulas por conta do final do semestre.

Tanto a Apeoesp (representante dos docentes estaduais), quanto o Sinpeem (representantes do municipais) fizeram uma recomendação para que os professores parem e participem dos protestos previstos para o dia.

Na capital paulista, o ato principal está programado para as 16h na avenida Paulista, região central da cidade.

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