TNOnline

Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

ATUALIZADA - Bombardeio mata ao menos 30 na Síria, diz ONG

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

ISABEL FLECK

WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) - Um ataque aéreo de autoria não identificada em uma parte do território sírio controlada pela facção terrorista Estado Islâmico (EI) matou ao menos 30 civis e feriu dezenas nesta quarta (28), segundo a OSDH (Observatório Sírio dos Direitos Humanos), ONG sediada em Londres.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Aviões militares do regime sírio, da Rússia e da coalizão internacional liderada pelos EUA realizam operações sem coordenação entre si perto do vilarejo de Dablan, no leste da Síria, local do ataque.

O bombardeio se dá menos de 48 horas depois de o governo americano ameaçar o regime de Bashar al-Assad.

Em comunicado no fim da noite de segunda-feira (26), o porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, disse que os EUA identificaram "possíveis preparações" para um novo ataque químico sírio e que Damasco poderia pagar "um preço alto" se levasse o plano adiante.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesta quarta (28), o secretário de Defesa americano, Jim Mattis, afirmou que Assad parece ter entendido o recado, já que não houve ataque químico.

"Parece que eles levaram o aviso a sério", disse a jornalistas no avião que o levava a Bruxelas para um encontro da Otan.

A embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Halley, se uniu ao coro e disse que Trump "salvou muitas vidas inocentes" com a ameaça.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Por causa das ações do presidente, não vimos nenhum incidente", afirmou no Congresso, em Washington. "O presidente salvou muitos homens, mulheres e crianças inocentes."

Apesar de exaltar os supostos impactos positivos da declaração da Casa Branca, o governo não divulgou detalhes sobre o que seriam os indícios da "possível preparação" de um ataque químico.

Segundo funcionários familiarizados com o tema ouvidos pela agência Reuters, as informações de inteligência que levaram o governo à declaração de segunda "nem de perto" indicavam a iminência de um ataque.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um deles afirmou que o governo americano só sabia que um avião sírio tinha sido visto entrando em um um hangar da base aérea de Shayrat, a mesma que foi atingida por mísseis dos EUA em abril e de onde teria saído o aeronave que conduziu o ataque químico que matou 89 pessoas dois dias antes.

Nesta quarta-feira (28), o governo da Rússia, aliada do ditador Bashar al-Assad, disse que responderá "proporcionalmente" a qualquer ação dos Estados Unidos contra o regime sírio.

"Reagiremos com dignidade, proporcionalmente à situação que possa ocorrer", afirmou o chanceler russo, Sergei Lavrov, durante uma entrevista coletiva.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Há dez dias, Moscou já havia sugerido que poderia atacar aviões americanos na Síria, considerando um "alvo" qualquer aeronave sobrevoando o território a oeste do rio Eufrates.

A ameaça era uma resposta à ação americana que havia derrubado um caça do regime Assad no último dia 18.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV