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Para russos, Stálin é a figura mais notável da história mundial

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IGOR GIELOW, ENVIADO ESPECIAL

MOSCOU, RÚSSIA (FOLHAPRESS) - Ele pode ter sido expurgado da propaganda política russa nos anos que se seguiram à sua morte, em 1953, mas o ditador Josef Stálin segue tendo uma medida de popularidade em seu país. Segundo pesquisa divulgada nesta segunda (26) pelo Centro Levada, ele é a figura pública mais notável da história mundial.

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Stálin (1879-1953) ponteia o ranking com 38% das preferências, oscilando dentro da margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou menos em relação ao levantamento anterior, de 2012, quando teve 42%.

O presidente Vladimir Putin se beneficiou, aparentemente, das políticas mais agressivas no exterior, com a incorporação da Crimeia ao território russo em 2014 e a intervenção na guerra civil síria em 2015.

Ele pulou de 22% para 34% nas preferências, empatando com o poeta, dramaturgo e romancista russo Alexander Púshkin (1799-1837) -que nomeia logradouros públicos, monumentos, teatros e estações de metrô em toda a Rússia.

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Empatado com eles na margem de erro, mas em quarto lugar nominalmente, está o pai do Estado comunista: Vladimir Lênin (1870-1924). Com 32%, ele está distante dos dias de glória da primeira pesquisa quinquenal sobre o tema pelo Levada, em pleno ocaso da União Soviética. Lá, em 1989, ele ostentava a liderança com 72% das preferências. Stálin, cujo culto à personalidade foi anulados a partir do governo de seu sucessor, Nikita Khrushchov (1894-1971), tinha então 12%.

O ranking de 20 lugares, numa amostra de 1.600 entrevistas pessoais feitas em 48 regiões russas, mostra que o famoso nacionalismo do país segue em alta.

Apenas surgem como figuras notáveis, todas em declarações espontâneas, dois estrangeiros: o imperador francês Napoleão Bonaparte (14º lugar), o físico alemão Albert Einstein (16º) e o físico britânico Isaac Newton (19º).

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Não que haja saudosismo dos tempos da União Soviética. Ao longo dos anos, as pesquisas do Levada, principal centro independente que conduz levantamentos de opinião pública e análise sociológica deles, apontam que os russos não desejam a volta do comunismo.

As urnas dizem o mesmo, com o Partido Comunista sendo usualmente o segundo colocado em pleitos nacionais, fazendo uma espécie de oposição consentida ao regime de Putin.

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