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PM usa spray de pimenta em protesto de escola na Lapa

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Uma manifestação com cerca de 40 alunos de uma escola estadual da Lapa, na zona oeste de São Paulo, terminou com o uso de spray de pimenta pela Polícia Militar na manhã desta segunda-feira (20).

Segundo uma estudante de 16 anos, o protesto contra o possível fechamento de duas salas de aula começou dentro da Escola Estadual Romeu de Moraes, nos últimos horários do turno da manhã.

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Após o fim da aula, os alunos decidiram continuar a manifestação interrompendo, por pouco tempo, o fluxo de veículos da rua Tonelero. A aluna conta que o protesto era pacífico até uma motorista se recusar a parar e avançar em direção aos estudantes.

A Polícia Militar foi acionada pela motorista e, chegando ao local, explicou aos estudantes que uma comunicação prévia do protesto deveria ter sido feita. Um vídeo gravado por um aluno mostra o momento em que um policial militar conversa com os adolescentes e eles se retiram da rua, encerrando a manifestação.

MANIFESTAÇÃO

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Poucos segundos depois, os policiais usam o spray de pimenta em direção à calçada para afastar os alunos. Ali também estavam as crianças que esperavam o portão da escola ser aberto para as aulas do turno da tarde.

De acordo com a estudante, várias crianças e adolescentes passaram mal com o gás. A PM afirma que o gás foi utilizado para evitar acidentes, uma vez que os estudantes "chegaram a entrar na frente de um carro preto".

Ainda segundo o órgão, uma investigação preliminar para "apurar a conduta dos policiais" será instaurada.

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MUDANÇA NAS TURMAS

A estudante e o conselheiro da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) José Bonfim Ferreira do Prado contam que a diretoria de ensino decidiu encerrar duas turmas -uma de 6ª série e outra de 3º ano do ensino médio e transferir os estudantes para outras salas.

Eles relatam que o motivo dado foi o de que as turmas teriam poucos alunos. Os estudantes e o sindicato defendem que as mudanças deveriam ter sido feitas no início ou fim do ano letivo, e que a mudança de turmas no meio do ano prejudica o ensino.

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A Secretaria Estadual de Educação afirma que não há fechamento de salas. "Há uma movimentação natural da rede e estudantes da escola pediram transferência para outras unidades de ensino, além da escola estar localizada em uma região de decréscimo de matrículas –comporta 1120 alunos e atualmente possui 716 estudantes– funcionando 36% abaixo de sua capacidade". Ainda informa que as turmas são abertas de acordo com a demanda.

Segundo Bonfim, os alunos e sindicato farão reuniões nos próximos dias. "Hoje conversamos com o supervisor de ensino e amanhã marcamos uma conversa com a dirigente de ensino e os alunos. Eles precisam deixar essas turmas encerrarem o ano", diz.

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