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Em voto sem efeito legal, Porto Rico decide ser Estado dos EUA

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Porto Rico foi às urnas neste domingo (11) escolher entre três opções: ser o 51º Estado dos EUA; declarar independência; manter o status de Estado livre associado (com direitos, mas sem voto). Optou pela primeira.

A eleição foi não vinculante -não tem caráter legal, pois a decisão cabe ao Congresso dos EUA. E foi marcada pela baixa adesão, com comparecimento de só 23% dos 2,26 milhões de eleitores.

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O referendo, porém, tem o peso político simbólico de pedir contrapartida aos EUA para a vinculação. A ilha enfrenta grave crise econômica, com 46% de seus 3,5 milhões de habitantes na pobreza e uma dívida que supera US$ 70 bilhões (R$ 229 bilhões).

Contou para a baixa adesão o boicote dos partidos de oposição. Foi a quinta consulta desde 1967, e 98% dos votantes pediram anexação.

O governador de Porto Rico, Ricardo Rosselló Nevares, disse que buscará foros internacionais para tornar a ilha o primeiro Estado hispânico dos EUA. Ele recebeu críticas por gastar US$ 7,5 milhões (R$ 24,5 milhões) no referendo.

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