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Dados da PM sobre acidentes nas marginais não são comparáveis, diz CET

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Os números da Polícia Militar que apontam aumento de acidentes nas marginais nos quatro meses posteriores à mudança dos limites de velocidade não podem, segundo a gestão João Doria (PSDB), ser comparados com as estatísticas da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) que veem uma tendência oposta.

O secretário municipal de Transportes, Sérgio Avelleda, afirma que a discrepância dos dados ocorre por haver neste ano maior presença de agentes da CET, do Samu e da Polícia Militar nas marginais.

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Segundo a pasta da gestão Doria, com a reforma de câmeras de monitoramento e maior comunicação, as três instituições passaram a atender acidentes que antes não ser registrados . Questionada, a PM não comentou. Em divulgações anteriores, essa hipótese não foi citada pela corporação como fator que poderia explicar elevação de casos.

A CET, que faz análise de dados de boletins de ocorrência, defende sua metodologia, que diz adotar desde 1979, embora admita a existência de acidentes que não são contabilizados por esse método.

Pela discrepância das estatísticas, é como se os feridos nas marginais deixassem de registrar ocorrência na delegacia em ao menos 7 de cada 10 acidentes registrados nessas vias pela Polícia Militar -ficando de fora, com isso, do balanço da gestão Doria.

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O secretário Sérgio Avelleda diz que, no início do ano, apenas 32 das 57 câmeras de monitoramento de trânsito nas marginais funcionavam.

Em 25 de janeiro, quando houve a mudança das velocidades máximas, ele diz que um total próximo de 50 já estavam de volta à ativa.

Além disso, disse que a CET estabeleceu novas rotas de operação para chegar aos pontos de acidente nas marginais com maior agilidade.

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"A Polícia Militar, pelo Comando de Policiamento de Trânsito, e o Samu também incrementaram muito a sua presença. Nós temos hoje braço e pernas para chegar nos eventos que não tínhamos no passado", disse Avelleda.

Segundo a prefeitura, porém, nem todos os acidentes resultaram em boletins de ocorrência, que são ponto de partida para os dados da CET.

"Recentemente, num acidente entre duas motos e um caminhão, na marginal Pinheiros, o condutor de uma moto levantou e foi embora. O motorista do caminhão deixou o local do acidente. A terceira vítima, uma moça com ferimento na perna, foi atendida por uma agente da CET que acionou a polícia e o Samu", exemplificou João Otaviano, presidente da CET.

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Segundo ele, antes que a ambulância do Samu chegasse, a vítima acionou uma ambulância particular que a levou para o hospital. Neste caso, diz Otaviano, apesar de a PM e o Samu terem sido chamados, não foi feito um boletim de ocorrência que poderia ser contabilizado pela CET.

A empresa estima que 28% dos motociclistas que se acidentam na cidade não registram boletins de ocorrência.

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