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ATUALIZADA - Duplo atentado em Teerã mata ao menos 12

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um atentado duplo com atiradores e homens-bomba contra o Parlamento do Irã e o mausoléu do aiatolá Ruhollah Khomeini (1902-1989), líder da Revolução Islâmica de 1979, deixou ao menos 12 mortos e 42 feridos nesta quarta-feira (7).

A facção terrorista Estado Islâmico reivindicou a autoria dos ataques. É a primeira vez que a milícia reivindica uma ação no Irã.

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O Parlamento estava em sessão no momento em que atiradores invadiram o local e fizeram reféns. Um dos invasores se explodiu.

O edifício em Teerã foi cercado por policiais e houve troca de tiros, que durou mais de três horas e terminou com alguns mortos e dezenas de feridos, além de quatro terroristas mortos no local.

Pouco após o início do ataque no Parlamento, um homem-bomba se explodiu e outro suspeito foi morto a tiros próximo ao mausoléu de Khomeini, alguns quilômetros ao sul de Teerã. Segundo alguns relatos, o ataque deixou um segurança morto e quatro pessoas feridas.

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As autoridades iranianas disseram ter conseguido evitar um terceiro ataque e pediram que a população não utilizasse o sistema de transporte público.

Mais tarde, o chefe de polícia da capital iraniana, Hossein Sajedinia, disse que cinco suspeitos de envolvimento com os ataques haviam sido presos.

SUNITAS X XIITAS

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O EI prega uma interpretação radical da seita sunita do islã. Na Síria, a facção combate o regime do ditador Bashar al-Assad e grupos xiitas, apoiados pelo Irã.

O regime iraniano, por sua vez, promove a seita xiita, que é seguida pela maioria da população do país, mas é minoritária no mundo islâmico.

Caso se confirme a participação do EI nos ataques desta quarta-feira em Teerã, a república islâmica pode passar a atuar mais diretamente na luta contra a milícia no Iraque e na Síria.

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A Guarda Revolucionária, elite do Exército iraniano, relacionou os governos dos Estados Unidos e da Arábia Saudita aos atentados desta quarta-feira, citando a recente visita do presidente Donald Trump a Riad.

"Esta ação terrorista ocorrida após o encontro do presidente dos Estados Unidos com o chefe de um dos governos reacionários da região, que sempre apoiou os terroristas, é repleta de significado, e a reivindicação pelo Daesh [acrônimo em árabe para o Estado Islâmico] mostra que estão envolvidos", diz a nota da Guarda.

O governo saudita não se manifestou (leia ao lado sobre a reação da Casa Branca), mas a chancelaria dos Emirados Árabes defendeu o país vizinho: "O Irã não deveria usar o ataque de forma polarizada nem alegar que a Arábia Saudita esteja de alguma forma associada a ele, porque não está."

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