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Venezuela prendeu 14 soldados por rebelião, diz agência

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - As Forças Armadas da Venezuela prenderam pelo menos 14 militares por suspeita de traição ou rebelião na primeira semana dos protestos contra o presidente Nicolás Maduro, segundo informou nesta terça-feira (6) a agência de notícias Reuters.

A informação vem à tona após casos de deserção e rumores de insatisfação das tropas, revelados por dirigentes da oposição e pela imprensa. O comando militar, porém, mantém sua lealdade com o governo chavista.

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Segundo a agência, a informação sobre as prisões consta de documento de 8 de abril, no fim da primeira semana de protestos. Os militares estariam reclusos na prisão de Ramo Verde, nos arredores da capital, Caracas.

A lista, que circula entre membros das Forças Armadas, mostram que os casos "estão sendo processados", e não ficou claro se eles foram acusados formalmente.

Não há informações, porém, de quantos militares foram presos nos dois meses seguintes. O Ministério da Defesa, que não revela número de presos, não comentou a reportagem.

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A lista veio à tona após acusações de líderes da oposição venezuelana de que Maduro promove um expurgo nas Forças Armadas para evitar a dissidência. Eles dizem que o número de desertores têm aumentado diante da atuação violenta das forças de segurança nas manifestações.

Um dos principais adversários do governo, o ex-presidenciável Henrique Capriles diz que há cem soldados presos na região de Caracas.

Dentre eles, membros do Exército e da Guarda Nacional, principal força usada contra os manifestantes. Nas últimas semanas, seus agentes têm se queixado de exaustão e desilusão, após dois meses de atuação intensa e violenta para conter protestos.

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Três tenentes fugiram para a Colômbia e pediram asilo em maio, levando Caracas a exigir sua extradição para que sejam acusados de planejar um golpe.

Na semana passada a imprensa local publicou um vídeo de um suposto sargento da Marinha que pedia aos colegas que desobedecessem ordens de seus superiores.

Desde que assumiu, em 2013, Nicolás Maduro vem aumentando a influência dos militares no governo, fazendo com que controlem setores-chave da administração.

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As Forças Armadas respondem por 11 dos 32 ministérios do país e também dominam a distribuição de comida e de remédios.

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