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Reunião de chanceleres da OEA sobre Venezuela termina sem acordo

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ISABEL FLECK

WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) - Sem apoio dos países do Caribe, os chanceleres de 14 países da OEA (Organização dos Estados Americanos), incluindo o Brasil, não conseguiram aprovar um texto pedindo a suspensão da convocação de uma Assembleia Constituinte na Venezuela e a criação de um grupo de países para facilitar as conversas entre governo e oposição.

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O que ficou decidido, após uma reunião de cinco horas na sede do organismo em Washington nesta quarta (31), é que os 34 países-membros continuarão negociando, até a Assembleia-Geral da OEA, de 19 a 21 de junho, em Cancún, para tentar chegar a um consenso.

A jornalistas, o chanceler brasileiro, Aloysio Nunes, negou que a reunião tenha sido um fracasso e que a não aprovação do texto seja uma prova do apoio que o governo de Nicolás Maduro ainda tem na OEA.

"Pelo contrário, foi uma convergência entre dois grupos de países que apresentaram projetos de resolução distintos mas que tinham como fundo comum a preocupação com a situação da Venezuela, o reconhecimento de que aí há uma crise e que a OEA tem toda a legitimidade para ajudar a resolver esta crise", disse o ministro.

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Segundo ele, o pedido de suspensão do processo constituinte foi a principal divergência entre os 14 países do Caribe e os 14 países que defendiam um texto mais duro -Brasil, Argentina, Colômbia, Uruguai, Paraguai, EUA, Canadá, Chile, Peru, México, Costa Rica, Panamá, Honduras e Guatemala.

"O problema foi exatamente o processo constituinte", afirmou. "No entender do Brasil e dos países que compõem esse grupo é um ponto-chave, porque este processo, do jeito que ele foi lançado, é incompatível com o dialogo, é incompatível com a negociação séria entre governo e oposição e com a própria constituição venezuelana."

Em suas intervenções durante a reunião de chanceleres, Nunes e os representantes de outros dez países do grupo condenaram a convocação de uma Assembleia Constituinte por Maduro.

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Horas antes, o Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) da Venezuela havia decidido que Maduro tem o poder de convocar a assembleia sem consulta prévia em referendo.

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