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Venezuela decide participar de reunião de chanceleres da OEA sobre o país

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ISABEL FLECK

WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) - Sem confirmar sua presença até alguns minutos antes do início da reunião de chanceleres da OEA (Organização dos Estados Americanos), a Venezuela decidiu participar do encontro que discutirá a crise no país nesta quarta-feira (31).

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A chanceler venezuelana, Delcy Rodríguez, está no prédio da OEA, em Washington, mas como não havia se inscrito, o país, até o momento, está sendo representado pela embaixadora venezuelana interina na OEA, Carmen Velasquez de Visbal.

A Venezuela anunciou sua saída do órgão há pouco mais de um mês e não vinha participando das reuniões do Conselho Permanente da OEA.

Apesar do suspense mantido por Venezuela, Equador, Bolívia e Dominica até o início da tarde, todos os 34 países estão presentes no encontro.

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Do lado de fora, dezenas de manifestantes contrários ao presidente Nicolás Maduro protestavam ao lado de um grupo bem menor de apoiadores do governo chavista.

Dois textos deverão ser discutidos pelos chanceleres presentes na reunião extraordinária: um redigido pelo Peru, Canadá, México, EUA e Panamá, que prevê a criação de um "grupo de contato" para ajudar no diálogo entre governo e oposição e tem linguagem mais contundente em relação a Caracas; e outro proposto pelos países do Caribe, de tom mais brando e sem a previsão de criação do grupo.

O mais provável é que, durante o encontro, os representantes permanentes dos países presentes tentem mesclar os dois documentos, chegando a um texto aceitável pela maioria.

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Para ser aprovado, ele precisaria ter dois terços dos votos dos países presentes à reunião.

Os países do Caribe, que reúnem quase a metade dos 34 Estados-membros ativos, já se mostraram resistentes à criação do grupo de contato -que também teria que ser aceito por Caracas.

Segundo fontes da OEA, o ideal seria aprovar o texto por consenso -mas isso incluiria fazer concessões que podem enfraquecer demais a declaração final.

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Além da criação do grupo, serão discutidos em que tom entrarão três cobranças já feitas antes pela OEA em relação à Venezuela: o estabelecimento de um calendário eleitoral, a libertação de presos políticos e o respeito à separação de poderes no país.

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