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Duplamente ativista, 15ª Flip terá edição com orçamento menor

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ISABELLA MENON

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Flip (Festa Literária Internacional de Paraty), que neste ano acontece entre 26 e 30 de julho, perde desde 2014 uma média de R$ 1 milhão por ano. Em 2016, o orçamento era de R$ 6,8; neste, foi para R$ 5,7 milhões.

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Segundo Mauro Munhoz, diretor-presidente da Casa Azul, em entrevista à imprensa nesta terça (30), um dos "princípios" do evento "era a o legado". "As ações de educação estão sendo feitas com criatividade, mas precisaríamos de muito mais recurso."

A festa, patrocinada por meio de lei de incentivo, terá ingressos à venda a partir de 13/6, a R$ 55. A edição que homenageia Lima Barreto conta com 30% de autores negros.

"É importante mostrar o Lima Barreto autor, que trata a questão racial, mas acima de tudo é um artista e escritor", diz a curadora Joselia Aguiar.

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Aguiar ressalta que muitas vezes "os autores negros perdem a liberdade de tratar de todos os assuntos".

Tendência desde da edição de 2016, que teve 44% das escritoras mulheres e sete a mais que em 2015, elas são a maioria este ano -Flip conta com 24 autoras e 22 autores. Aguiar explica que não foi fácil. "A oferta de homens é maior, eles são mais premiados e mais conhecidos. As mulheres também recusam mais viagens do que os homens, certamente por questões ligadas ao machismo."

A festa foi alvo de críticas no passado por dar mais espaço a autores da Companhia das Letras do que a outras editoras. Neste ano a editora de São Paulo não está no centro dos debates. A curadora diz que a escolha não foi deliberada. "Quando a gente pensa nos autores, nem lembra onde eles estão saindo."

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"Como estamos atrás de autores que não estão tanto em circulação ou nem foram traduzidos, uma editora pequena e independente é mais rápida ao receber a notícia que o autor vai para a Flip para traduzir [a obra]. Uma editora grande, como a Companhia das Letras tende a um planejamento que não permite", completa.

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