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EI reivindica ataque contra coptas no Egito, e governo bombardeia Líbia

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A organização terrorista Estado Islâmico reivindicou neste sábado (27) a autoria do ataque da véspera contra um ônibus que levava cristãos coptas no interior do Egito.

"Uma unidade de segurança de soldados do califado armou um posto de controle como emboscada contra dezenas de cristãos", disse um comunicado da milícia.

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O ataque aconteceu enquanto fiéis viajavam para o monastério São Samuel, na província de Minya, a cerca de 250 quilômetros ao sul do Cairo. Ao menos 29 pessoas morreram e 24 ficaram feridas, incluindo crianças.

Testemunhas disseram que o ataque foi realizado por entre oito e dez militantes armados usando fardas militares e máscaras.

Após o ataque, o presidente Abdel Fattal al-Sisi ordenou bombardeios contra posições de extremistas na Líbia. O Exército disse que os ataques aéreos seguiram "dia e noite" e que destruíram "completamente" seus alvos.

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Não está claro se as forças egípcias alvejaram posições do Estado Islâmico, que tem presença crescente na Líbia.

Após a queda do ditador Muammar Gaddafi, em 2011, a Líbia mergulhou no caos e o território se dividiu entre dois governos. A instabilidade contribuiu para o fortalecimento de facções extremistas.

COPTAS

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Os cristãos egípcios, também conhecidos como cristãos coptas, são alvo de uma campanha de facções terroristas, que os consideram "infiéis".

Em 9 de abril, Domingo de Ramos, duas igrejas no país foram atacadas, em uma ação reivindicada pelo Estado Islâmico. A milícia extremista mantém uma insurgência no país, atuando principalmente na península do Sinai.

Em visita ao Egito após os atentados, o papa Francisco condenou a violência cometida "em nome de Deus".

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Em entrevista recente à Folha, dom Kyrillos, bispo copta-católico do Egito, defendeu que os coptas reajam "pacificamente" às crescentes ameaças de organizações terroristas.

A comunidade cristã é uma minoria no Egito. Falantes de uma língua que remonta aos tempos dos faraós, eles correspondem a 10% de uma população de 90 milhões, segundo dados oficiais. Além disso, trata-se de um grupo economicamente marginalizado.

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