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ATUALIZADA - Após críticas e acusações, republicano prepara mudanças no gabinete, diz jornal

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WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) - O presidente Donald Trump avalia mexer em sua equipe mais próxima, com mudanças que poderiam envolver a saída do porta-voz, Sean Spicer, e a convocação de três ex-assessores de campanha, segundo reportagem do "Wall Street Journal".

Os rumores sobre a insatisfação de Trump com Spicer e de sua substituição pela vice-porta-voz, Sarah Sanders, não são novos e já viraram motivo de piada no programa humorístico "Saturday Night Live".

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Durante a visita de Trump ao Vaticano, porém, assessores teriam se surpreendido com o fato de o presidente cortar, na última hora, Spicer --o único católico praticante de sua equipe-- do encontro com o papa Francisco.

A outra possível mudança citada pelo jornal é a convocação de Corey Lewandowski e David Bossie, ex-assessores de campanha, para lidar com a crise envolvendo a investigação do FBI sobre a Rússia, e de David Urban, outro membro da equipe de campanha, para um alto posto na Casa Branca.

Advogados também podem ser contratados para acompanhar os desdobramentos das investigações, que analisam possíveis laços de integrantes da equipe de Trump com Moscou. Segundo o WSJ, as mudanças devem ser debatidas na próxima semana, quando o presidente voltar a Washington.

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Outra possibilidade em análise é a contratação de advogados para filtrar as mensagens que Trump escreve antes que elas sejam publicadas em sua conta na rede social Twitter.

Segundo o jornal, os advogados decidiriam o que precisa ser "ajustado ou restringido". "A ideia", afirmou um dos assessores de Trump, "é criar um sistema em que os tuítes 'não vão da cabeça do presidente direto para o universo'", escreve o WSJ. É preciso, porém, saber se o presidente -usuário compulsivo da rede- aceitará a sugestão.

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