TNOnline

Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Polícia de Manchester para de passar informações aos EUA após vazamentos

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Reino Unido decidiu nesta quinta-feira (25) parar de compartilhar informações sobre o atentado em Manchester com os Estados Unidos após autoridades do país vazarem dados à imprensa.

A decisão foi tomada pela polícia de Manchester, não pelo gabinete da primeira-ministra Theresa May. Ainda assim, May expressou irritação sobre os vazamentos -o governo teme que a divulgação precipitada de informações possa comprometer a investigação sobre o ataque terrorista.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Deixarei claro para o presidente [Donald] Trump que a inteligência compartilhada entre nossas agências de segurança deve permanecer segura", declarou o primeira-ministra. Ela deve encontrar o líder americano durante uma cúpula da Otan (aliança militar ocidental) nesta quinta-feira (25) em Bruxelas.

Um homem-bomba identificado como Salman Abedi se explodiu na saída de um concerto da cantora americana Ariana Grande na segunda-feira (22) à noite em Manchester, matando 22 pessoas e deixando dezenas de feridos. A explosão foi causada por uma bomba caseira que, ao ser detonada, lança pregos e estilhaços.

As autoridades investigam uma "rede" que teria ajudado o terrorista e buscam possíveis conexões com grupos radicais na Líbia e na Síria, como o Estado Islâmico, que reivindicou a autoria do ataque.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Desde o atentado, a polícia britânica tem divulgado informações limitadas sobre a investigação com o intuito de preservá-la. Entretanto, autoridades dos Estados Unidos vazaram diversos dados à imprensa do país, como o nome do homem-bomba e imagens de fragmentos do explosivo utilizado na ação.

Nos últimos dias, autoridades britânicas vinham criticando os vazamentos americanos, chegando a classificá-los de "irritantes" e "inaceitáveis".

A cooperação em inteligência deve se manter em outras áreas, apesar das crescentes preocupações de aliados dos Estados Unidos sobre a recente decisão do presidente Trump de revelar a autoridades russas dados sigilosos sobre terrorismo obtidos por Israel.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

PRISÕES

A polícia do Reino Unido prendeu nesta quinta-feira (25) mais dois suspeitos de conexão com o atentado em Manchester, elevando para oito o número de detidos no país desde o ataque. As autoridades dizem ter progredindo nas investigações, encontrando pistas importantes sobre o ataque.

Uma das prisões desta quinta-feira (25) ocorreu no distrito de Hulme, em Manchester, após a polícia isolar um prédio residencial em busca de um pacote suspeito.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Autoridades da Líbia detiveram na quarta-feira (24) em Trípoli outro irmão e o pai do suposto homem-bomba de Manchester. Salman Abedi, 22, nasceu no Reino Unido, tinha família líbia e havia visitado o país norte-africano recentemente.

May decidiu manter o alerta de terrorismo em nível "crítico", indicando que um novo ataque pode acontecer a qualquer momento. O governo mobilizou quase 1.000 militares para reforçar a segurança no país, principalmente em pontos movimentados de Londres.

As autoridades britânicas atualizaram nesta quinta-feira (25) o número de vítimas do atentado. Além dos 22 mortos, 116 pessoas ficaram feridas e receberam tratamento hospitalar após a explosão -dessas, 23 continuam em estado crítico. Até agora, vinha sendo divulgado um número menor de feridos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por causa do ataque, a campanha das eleições parlamentares de 8 de junho foi suspensa, devendo ser retomada nos próximos dias.

O atentado a Manchester é o pior no país desde o ataque contra o sistema de transporte público de Londres em 2005, que deixou 52 mortos.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV