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Em edição descentralizada, Virada teve público de 1,6 milhão, diz prefeitura

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Secretarial Municipal de Cultura de São Paulo divulgou na segunda (23) balanço da 13ª Virada Cultural. O órgão estima ter recebido 1,6 milhão de pessoas durante o evento, que começou às 18h de sábado (20) e terminou no início da noite de domingo (21). É um número bem menor do que os de edições anteriores, que registravam entre 3 e 4 milhões de espectadores.

A Virada deste ano foi marcada por críticas à descentralização proposta pela gestão de João Doria (PSDB).

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As principais atrações migraram para cinco palcos afastados do centro, o que esvaziou significativamente o principal evento cultural da Prefeitura de São Paulo.

Anhembi, parque do Carmo, praça do Campo Limpo e Autódromo de Interlagos não chegaram nem perto do público que foi aos grandes palcos das edições passadas Houve shows em que o número de espectadores não chegava a dez.

Atrações esperadas, como o show conjunto do grupo de axé É o Tchan e da banda de pagode Molejo, não tiveram o número de público divulgado.

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Em seu balanço, a secretaria afirma que "deverá fazer uma avaliação de eventuais acertos e equívocos dessa primeira tentativa efetiva de descentralização" da Virada.

No domingo, o secretário André Sturm disse que o esvaziamento foi "uma decisão convicta": "Não queríamos um show com 40 mil pessoas no centro".

Outra reclamação foi o número de cancelamentos de shows, atrasos e falhas técnicas. Em alguns lugares, a falta de gerador ou de luz inviabilizou as apresentações. Segundo o órgão municipal, "casos pontuais de artistas que não puderem se apresentar serão estudados".

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Com a edição mais vazia, as ocorrências policiais diminuíram. Foram registrados neste ano dez casos (nenhum grave, segundo a prefeitura). Em 2014, edição que teve como um dos principais problemas a segurança, foram cem detidos e houve registro de sete casos de pessoas baleadas.

A secretaria ainda afirma que foram feitas 10.183 apreensões de itens como alimentos, bebidas alcoólicas, refrigerantes, vinho químico, caixas de isopor -a prefeitura só permitiu o cadastro de ambulantes com CNPJ, e muitos acabaram por vender mercadorias de forma clandestina.

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