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ATUALIZADA - Guarda é morto ao reagir a roubo de arma em escola

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LUÍS ADORNO

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um guarda-civil metropolitano foi morto a tiros em frente a uma escola na tarde desta terça-feira (9) na região de Lajeado, na zona leste de São Paulo.

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Um adolescente de 16 anos, detido pela Polícia Civil, confessou que ele e o irmão, 21, pretendiam roubar a arma do guarda para praticar crimes.

O guarda Marcos Roberto de Oliveira, 49, fazia ronda a pé com uma outra guarda nas proximidades da Emei Eliza Mara Torres, quando uma funcionária da escola os acionou porque um grupo de estudantes estava chutando um dos portões do local.

Enquanto conversavam com os jovens, os irmãos que pretendiam roubar as armas dos agentes chegaram.

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Oliveira foi atingido quatro vezes, sendo uma na cabeça, e não resistiu aos ferimentos. A guarda que o acompanhava atirou contra os criminosos e não foi atingida nenhuma vez. Na sequência, ela pediu apoio à GCM (Guarda Civil Metropolitana), que enviou outro dois guardas para buscar os acusados.

Segundo a Polícia Civil, o adolescente foi baleado na perna. Ao fugir, deixou rastros de sangue. E foi assim que os guardas conseguiram localizá-lo. Ao ser encontrado, não ofereceu resistência e confessou tudo. Ele diz que o irmão e um outro comparsa atiraram contra o guarda metropolitano. A dupla segue foragida.

Questionado pelo policiais sobre o motivo dos disparos, ele afirmou que o interesse era roubar as armas dos guardas. Uma outra jovem, também de 16 anos, foi detida sob a suspeita de tentar furtar a arma de Oliveira depois de ele ter sido atingido, diz a polícia.

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AGENTE

Na GCM desde setembro de 2001, Marcos Roberto de Oliveira atuava como agente de classe especial na Inspetoria Regional de Guaianases, na zona leste de São Paulo.

Oliveira chegou a ser levado ao pronto-socorro do Hospital Santa Marcelina, em Itaquera, antes de morrer. O homicídio é investigado pelo 67º DP (Jd. Robru) e a Polícia Civil trata o caso como sigiloso para não atrapalhar as buscas pelos criminosos. A gestão de João Doria (PSDB) lamentou a morte.

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