Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Chanceler brasileiro chama de 'golpe' proposta de Constituinte na Venezuela

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Aloysio Nunes, classificou como "golpe" a proposta do presidente venezuelano Nicolás Maduro de convocar uma Assembleia Constituinte sem voto universal.

"É mais um momento de ruptura da ordem democrática, contrariando a própria Constituição do país", disse o ministro em declaração em rede social.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Esta Constituinte não é uma Constituinte como nós fizemos aqui no Brasil, na qual todos os brasileiros votaram e elegeram seus representantes. Na Venezuela, quem vai eleger são organizações sociais controladas pelo presidente Maduro para fazer uma Constituição de acordo com o que ele quer", acrescentou.

Nunes disse que o Brasil, "evidentemente", não pode intervir na Venezuela. "Mas nas organizações internacionais que nós participamos, como Mercosul, como OEA, nós temos condenado essa escalada autoritária."

CONSTITUINTE

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, convocou nesta segunda-feira (1º) uma Assembleia Constituinte "popular" para redigir uma nova Constituição, cujos integrantes serão eleitos por setores da sociedade e não pelo voto universal.

A oposição venezuelana chamou a proposta de golpe e prometeu continuar nas ruas contra o governo. A maior onda de protestos no país desde 2014 já dura mais de 20 dias e deixou ao menos 29 mortos.

A crise política na Venezuela se acirrou no final de março quando o Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) decidiu assumir as funções do Parlamento -controlado pela oposição-, gerando protestos locais e chamados internacionais para que o governo Maduro respeitasse a democracia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O TSJ revogou a decisão, mas novos protestos se seguiram à decisão da Controladoria-Geral de cassar os direitos políticos de Capriles, governador do Estado de Miranda, por 15 anos.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV