Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Gestão Doria recua e decide manter distribuição de remédios em UBSs

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A gestão João Doria (PSDB) voltou atrás e decidiu manter a distribuição de remédios nas farmácias públicas das UBSs (Unidades Básicas de Saúde) da capital paulista. Novos formatos de distribuição, porém, ainda estão sendo avaliados, segundo o secretário municipal da Saúde, Wilson Pollara.

"Nós não iremos fechar as farmácias das UBSs porque tem remédios tipicamente para serem distribuídos nas unidades", afirmou o secretário, que admitiu ter ouvido muitas críticas após o anúncio de mudança feito em fevereiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A ideia era usar um mecanismo similar ao do programa federal Aqui Tem Farmácia Popular, pelo qual pacientes retiram gratuitamente na rede particular medicamentos contra doenças como diabetes e hipertensão.

O programa, de fato, facilitou o acesso a remédios em áreas do centro expandido. Na periferia da cidade, no entanto, onde os postos de saúde estão mais presentes, tem capilaridade limitada.

A Folha já havia mostrado a disposição irregular das drogarias privadas pela capital paulista como um dos obstáculos aos planos da prefeitura.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mapa das farmácias

Agora está sendo avaliado o uso da rede particular como complemento às farmácias populares.

Pollara destacou que a distribuição de alguns medicamentos e insumos, como fraldas, poderiam ser feitos pela rede privada, enquanto remédios de uso imediato e que precisam de orientação continuariam a ser ofertados nos postos de saúde.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Medicamentos usados no tratamento de doenças crônicas ainda poderiam ser entregues na casa dos pacientes, pelos Correios, segundo o secretário.

"A democracia é assim, aceitamos as críticas. Não sei se voltar atrás é um defeito, eu acho que é uma qualidade", afirmou o secretário. "Reconhecemos que uma parte daquelas críticas realmente tinham algum tipo de razão."

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV