Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Aliança deve fazer frente a Moscou, diz governo lituano

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

IG SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

Para o governo da Lituânia, um dos países da Otan que busca o rearmamento e que já se comprometeu a elevar o gasto militar dos atuais 1,49% do PIB para 2%, é essencial que a Europa se defenda da Rússia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"O principal gatilho do aumento é a ameaça constante do lado russo, manifesta na grande militarização de Kaliningrado, a integração militar com as forças de Belarus, os enormes exercícios de natureza ofensiva nas fronteiras dos Estados Bálticos e da Polônia", disse à Folha o ministro da Defesa lituano, Raimundas Karoblis.

A decisão de atingir os 2% em 2018 foi tomada no ano passado, e segundo Karoblis a discussão atual é de aumentar ainda mais o percentual.

Sua citação a Kaliningrado não é gratuita. O encrave europeu russo, um resquício da antiga União Soviética, recebeu sistemas antiaéreos poderosos e, segundo relatos, mísseis com capacidade nuclear Iskander.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim como Estônia e Letônia, a Lituânia fazia parte da União Soviética e abriga população étnica russa, o que torna a relação com Moscou ainda mais sensível.

O presidente Vladimir Putin falou diversas vezes sobre sua responsabilidade sobre os russos morando fora da Rússia, algo visto como uma sugestão intervencionista nos Estados Bálticos.

O ministro afirma que o objetivo de elevar o gasto militar era antigo, mas foi prejudicado pela crise econômica global de 2008 e a necessidade de o país investir em sua independência energética com a criação de um grande terminal de gás natural.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Karoblis não elenca a pressão de Donald Trump como uma ameaça real à Otan. Para ele, a Rússia é o problema.

"[O governo russo] claramente demonstra a intenção de usar força militar para atingir seus objetivos políticos, como está provado pelos eventos na Geórgia, Ucrânia e Síria", disse.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV