Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

ATUALIZADA - Funcionários da CPTM decidem voltar ao trabalho após pararem trens em SP

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Funcionários da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) decidiram voltar ao trabalho no final da tarde desta terça-feira (11) após uma paralisação iniciada ainda na madrugada. A expectativa da companhia é que a circulação de trens seja normalizada nas próximas horas.

Enquanto os trabalhadores retornam aos postos de trabalhos, a linha 10-turquesa, que liga o Brás até a cidade de Rio Grande da Serra, continua parada, enquanto a linha 7-rubi, que liga a região central de São Paulo a Jundiaí, opera apenas parcialmente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

As operações na linha 7-rubi acontecem apenas entre as estações Luz a Francisco Morato e com maiores intervalos. Entre as estações Francisco Morato e Jundiaí está funcionando o Paese (Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência), com a disponibilização de ônibus.

As demais linhas não tiveram alteração já que os sindicados dos trabalhadores ferroviários da Zona Sorocabana e da Zona Central do Brasil optaram por aceitar a proposta da CPTM em assembleias realizadas na segunda. Apenas funcionários ligados ao Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias de São Paulo decidiu parar.

Segundo a categoria, foi fechado um acordo com a companhia de trens de São Paulo em setembro do ano passado para que o pagamento do PPR (Programa de Participação de Resultados) acontecesse em 31 de março deste ano. O valor, porém, não foi pago integralmente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A CPTM afirmou que propôs o pagamento da segunda parcela em junho. Inicialmente, seria em 30 de junho, mas durante negociações acabou antecipado para 16 de junho, além de ser incorporada a correção monetária desses dois meses.

Mesmo com a retomada das atividades, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias de São Paulo, Eluís Alves de Matos, afirma que recorrerá à Justiça contra o descumprimento do acordo assinado no ano passado. "A CPTM não honrou o que estava combinado", afirma.

Na noite de segunda, a CPTM afirmou que "considera irresponsável" a decisão do sindicato de paralisar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A companhia lamenta a decisão arbitrária e espera que os empregados das linhas 7 e 10 atuem com bom senso, considerando a responsabilidade de garantir a prestação de serviço aos quase 780 mil usuários que utilizam diariamente os trens a para chegar ao trabalho, a escola, ao médico, a rede hospitalar, entre outros inúmeros compromissos assumidos", afirmou.

Na próxima semana, a categoria deve voltar a mesa de negociações com representantes da CPTM para discutir o reajuste salarial deste ano. Segundo Matos, a categoria pede a correção da inflação e mais 5% de aumento real.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV