Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

O julgamento e a cronologia do massacre do Carandiru

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

JULGAMENTO DO MASSACRE DO CARANDIRU

Ação foi desmembrada de acordo com os andares do pavilhão 9

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

- 1º andar

Mortos: 15

Condenados: 23 policiais

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Absolvidos: 3, a pedido da promotoria

Pena: 156 anos de reclusão cada um

Julgamento: 6 dias

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

- 2º andar

Mortos: 73

Condenados: 25 PMs da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar)

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Pena: 624 anos de reclusão cada um

Julgamento: 6 dias

- 3º andar

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mortos: 8

Condenados: 15 PMs do COE (Comando de Operações Especiais)

Pena: 48 anos de reclusão cada um

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

- 4º andar

Mortos: 15

Condenados: 10 PMs do Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais)

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Pena: 9 com pena de 96 anos cada um, e um com pena de 104 anos

Julgamento: 3 dias

CRONOLOGIA

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

2.out.1992

111 presos são mortos na Casa de Detenção em São Paulo após invasão da PM

2001

Coronel Ubiratan, apontado como responsável pela ordem para invadir o Carandiru, é condenado a 632 anos de prisão, por 105 das 111 mortes

Fev.2006

Tribunal de Justiça de SP absolve o coronel, ao entender que a sentença do júri havia sido contraditória

10.set.2006

Ubiratan é encontrado morto; única acusada do crime, sua ex-namorada foi absolvida em 2012

21.abr.2013

Conclusão do julgamento do 1º andar

3.ago.2013

Conclusão do julgamento do 2º andar

19.mar.2014

Conclusão do julgamento do 4º andar

31.mar.2014

Conclusão do julgamento do 3º andar

10.dez.2014

Ex-PM da Rota que foi julgado separadamente é condenado a 624 anos de prisão; ele já estava preso pela morte de travestis. Seu caso foi separado porque, na época, a defesa pediu que ele fosse submetido a laudo de insanidade mental

27.set.2016

Após recurso da defesa, Tribunal de Justiça de SP anula todos os julgamentos

*Parte das mortes não resultou em condenações porque não havia provas de que haviam sido causadas por policiais

Fontes: Reportagem, Ministério Público e Fundação Getulio Vargas

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV