Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Polícia do Equador invade instituto de pesquisa eleitoral

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Polícia Nacional e o Ministério Público do Equador invadiram nesta sexta-feira (7) a sede do instituto Cedatos, na capital Quito, em busca de documentos. A empresa é investigada pelas autoridades por suposta falsificação, falsidade ideológica e associação ilícita.

O mandado de busca e apreensão faz parte de um inquérito aberto em 22 de março, a pedido da vice-presidente da Assembleia Nacional, a governista Rosana Alvarado, que suspeita da relação entre a empresa e o candidato opositor à Presidência, Guillermo Lasso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Lasso perdeu a eleição para Lenín Moreno, candidato do presidente Rafael Correa, com uma diferença de 2,3 pontos percentuais. O opositor pediu a recontagem dos votos por considerar que houve fraude.

Os agentes ficaram duas horas e meia no escritório do instituto. Foram levados documentos e computadores de quatro funcionários suspeitos de envolvimento na fraude nas pesquisas.

O dono do instituto, Políbio Córdova, disse ter sido impedido de entrar no prédio enquanto a polícia estava no local. Embora tenha afirmado que a pesquisa poderia estar errada, ele considerou a operação um abuso das autoridades.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ele afirma ter recebido ameaças de morte depois da abertura das investigações e pedirá proteção policial ao Ministério Público, mas nega que vá deixar o Equador. "Nunca verão isso, não devo nada a ninguém. Se a honestidade nos levar a isso, então este será o preço da honestidade", disse.

Ele foi apoiado por um grupo de manifestantes, que também consideraram a ação um atropelo.

ACUSAÇÃO

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Durante a campanha do segundo turno das eleições, que ocorreu no último domingo (2), o rival do presidente Rafael Correa aparecia na frente nas pesquisas.

A exceção foi o estudo 21 de março, o último antes da eleição, que apontava vitória de Lenín Moreno com 52% dos votos válidos.

Na pesquisa de boca de urna logo após a eleição, Lasso aparecia com 53% das intenções de votos válidos, contra 47% de Moreno.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A apuração do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) revelaria horas depois que o candidato governista havia vencido, com 51,14% .

O erro na pesquisa foi criticado por Correa logo após a vitória de Moreno. Ele acusou Lasso de pedir dinheiro ao Banco de Guayaquil, que o opositor presidiu por 18 anos, para pagar os estudos.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV