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Se Justin Bieber pichasse em SP seria preso, diz Doria a Luciana Gimenez

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GABRIELA SÁ PESSOA

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O cantor Justin Bieber, que se apresentou em São Paulo no último fim de semana, é alvo de um processo na Justiça do Rio. Motivo: foi autuado, em 2013, por pichar um muro na cidade.

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O Ministério Público fluminense pediu a reabertura do processo, que havia sido suspenso, e afirmou que não impediria que o músico deixasse o país. O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou em entrevista à apresentadora Luciana Gimenez que o desfecho seria diferente caso o episódio acontecesse na cidade que ele administra.

"O Justin Bieber, ele que tentasse pichar alguma coisa na cidade que ele iria ver. Se brincasse de pichar, seria preso", afirmou o prefeito paulistano. A conversa vai ao ar nesta terça (4), no programa "Luciana by Night" (RedeTV!), a partir das 22h45.

Doria se referia às medidas de sua gestão para coibir a pichação de muros na cidade, que já teria resultado na prisão de "mais de cem" pichadores.

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Luciana não perguntou ao tucano sobre sua eventual candidatura à presidência em 2018, discutida por quadros do PSDB como uma alternativa ao nome de Geraldo Alckmin, seu padrinho político.

FEIRANTE

A entrevista foi um balanço de seus quase cem dias na Prefeitura. Doria falou de uma de suas marcas registradas: vestir-se como gari para promover ações do programa Cidade Linda. Segundo disse à apresentadora, não descarta colocar o uniforme de fiscal de trânsito ou de feirante.

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O prefeito também falou sobre a repercussão de um vídeo em que se exaltou na entrega de residências do programa "Minha Casa, Minha Vida", há uma semana. Na ocasião, respondeu "golpista é quem rouba o povo" a um rapaz que o interrompeu, em defesa de Dilma Rousseff.

"Tive que agir com firmeza porque o cara foi lá para defender o PT, o Lula e a Dilma e passou dos limites enquanto eu estava falando. Não xinguei e não ofendi, apenas mandei ele ir procurar a turma dele", disse à apresentadora.

E continuou: "Vivemos por 13 anos no pior período do país. Não quero polemizar, mas não me venha com essa de dizer que a salvação seria Lula ou Dilma porque não é. Colocaram a imagem do país no chão e vou usar minha força como prefeito para defender o Brasil. Ninguém me intimida".

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