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Professores municipais de São Paulo estendem paralisação até fim de março

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Os profissionais da rede municipal de ensino de São Paulo anunciaram que a greve da categoria, iniciada em 15 de março, seguirá até a próxima sexta-feira (31).

A decisão foi tomada em assembleia do Sinpeem (Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal-SP) na segunda-feira (27). De acordo com o sindicato, entre 55% e 60% das escolas municipais aderiram à greve, o que corresponde a um número em torno de 900 das cerca de 1.600 instituições de ensino da rede.

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Na sexta, haverá uma nova assembleia em frente à prefeitura. Depois da reunião, os profissionais de ensino irão para a avenida Paulista para participar de ato contra as reformas da Previdência e Trabalhista.

Além de protestar contra as reformas, a classe manifesta-se contrária à reforma do ensino médio e do projeto de lei municipal que cria o Sampaprev (regime de previdência complementar), estabelecendo o teto do INSS para os servidores -hoje de R$ 5.531,31. O projeto tramita na Câmara. O Sinpeem reivindica ainda reajuste salarial.

Procurada, a Secretaria Municipal de Educação informou que a prefeitura e a pasta estão, "como sempre estiveram", abertas ao diálogo e à negociação com os professores.

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