Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Líderes de comissão do Senado dizem não crer em grampos contra Trump

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Líderes da Comissão de Inteligência da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos disseram nesta quarta-feira (15) não acreditar que o presidente Donald Trump tenha sido grampeado pelo governo durante o período eleitoral no ano passado.

O presidente da comissão, o republicano Devin Nunes, e o líder democrata do comitê, Adam Schiff, lembraram que Trump não apresentou provas sobre a suposta espionagem, que teria sido ordenada pelo então presidente, Barack Obama. O democrata nega as acusações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Eles também disseram que pretendem ouvir representantes do FBI (polícia federal americana) e da NSA (Agência de Segurança Nacional) em uma audiência da comissão na próxima segunda-feira (20).

A investigação no Congresso sobre os supostos grampos foi aberta a pedido da Casa Branca após o presidente fazer acusações contra seu antecessor nas redes sociais.

O porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, disse nesta terça-feira (14) que Trump está "confiante" de que o Departamento de Justiça vai encontrar provas para sustentar a acusação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Departamento tinha até a segunda (13) para entregar ao Comitê de Inteligência da Câmara documentos que comprovassem a suposta ação de espionagem na Trump Tower alegada por Trump no início do mês. O órgão, no entanto, pediu mais tempo, e o comitê esticou o prazo por uma semana, até o dia 20.

O próprio Spicer e outros assessores, porém, vinham sugerindo que as declarações de Trump sobre a suposta espionagem não deveriam ser tomadas literalmente. Na segunda (13), o porta-voz havia dito que o presidente não quis dizer que Obama havia pessoalmente ordenado a instalação de grampos nos telefones da Trump Tower, que funcionou como quartel general da equipe de campanha de Trump, em Nova York.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV