Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Coreia do Norte proíbe malasianos de deixarem o país

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Coreia do Norte anunciou nesta terça-feira (7) que impedirá a saída de cidadãos da Malásia até que seja resolvida a tensão diplomática provocada pela morte de Kim Jong-nam, meio-irmão do ditador norte-coreano, Kim Jong-un.

Horas depois, foi a vez do governo malasiano proibir que a equipe da embaixada norte-coreana em Kuala Lumpur deixe o país. A polícia local considera que três suspeitos da morte estão escondidos na representação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Segundo a agência de notícias estatal KCNA, o regime comunista manterá a proibição "até que o incidente ocorrido na Malásia seja adequadamente resolvido e que a segurança dos norte-coreanos no país seja garantida".

O país considera uma perseguição a busca da polícia da Malásia por sete suspeitos de ligação com o suposto crime e o impedimento de entregar o corpo do norte-coreano -Pyongyang diz que o morto não é Kim Jong-nam.

Meia hora após a primeira decisão, o vice-primeiro-ministro da Malásia, Ahmad Zahid Hamidi, anunciou o impedimento para os diplomatas norte-coreanos "por manipularem as investigações" sobre o assassinato. Os demais cidadãos não serão impedidos de deixar o país.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O chefe da polícia malasiana, Khalid Abu Bakar, afirma que três dos sete norte-coreanos suspeitos do envolvimento no assassinato do irmão do líder norte-coreano estão escondidos dentro da representação diplomática.

Em entrevista coletiva, ele reclamou que o regime norte-coreano não coopera com as investigações. Porém, disse ter confiança de que conseguirão uma amostra do DNA da família para confirmar a identidade do morto.

CRISE DIPLOMÁTICA

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A proibição de saída acontece horas depois de a Coreia do Norte expulsar o embaixador malasiano em Pyongyang, em resposta ao impedimento de permanência de seu representante em Kuala Lumpur, Kang Chol.

A Malásia pediu sua saída no sábado (4) devido às críticas à investigação da morte de Kim Jong-nam. O norte-coreano disse que a polícia agia de modo parcial e que o país conspirava com a Coreia do Sul para desacreditar a ditadura.

O governo malasiano exigiu ao regime que se desculpasse, mas este se negou. Único norte-coreano suspeito preso, Ri Jong-chol disse à imprensa estatal que a Malásia criou um plano para atacar a honra de seu país.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em 26 de fevereiro, o Ministério da Saúde malasiano afirmou que Kim Jong-nam havia sido morto com gás VX, arma química de destruição em massa, cerca de 20 minutos após ser atacado no aeroporto de Kuala Lumpur.

Segundo os serviços de inteligência sul-coreanos, as mulheres que o atacaram -uma indonésia e uma vietnamita- foram recrutadas por agentes norte-coreanos em seus países para desempenhar a ação.

Na semana seguinte, a Coreia do Norte afirmou que o homem havia morrido após sofrer um ataque cardíaco. O regime de Kim Jong-un exigiu a entrega do corpo e a participação na autópsia, mas não foi autorizado pela Malásia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV