Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Cuba nega entrada de chefe da OEA e políticos que iriam a evento opositor

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O secretário-geral da OEA (Organização dos Estados Americanos), Luis Almagro, afirmou nesta quarta-feira (22) que Cuba negou sua entrada no país. Ele receberia um prêmio de uma ONG de dissidentes do regime de Raúl Castro.

O evento foi organizado pela Rede Latino-Americana de Jovens, dirigida por Rosa María Payá. Ela é filha de Oswaldo Payá, opositor cubano morto em um acidente em 2012 que a família diz ter sido provocado pela ditadura.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Além do ex-chanceler uruguaio, Havana rejeitou os vistos do ex-presidente mexicano Felipe Calderón e da ex-ministra chilena Mariana Aylwin, filha do ex-presidente Patricio Aylwin, que foram convidados para o mesmo evento.

Almagro foi premiado com o Prêmio Oswaldo Payá por "sua contribuição aos direitos humanos e à democracia", assim como Aylwin, que o receberia em nome de seu pai, morto em 2016. Calderón era um dos participantes.

Em carta a Rosa María Payá, o chefe da OEA afirmou que o regime considerava a viagem "uma provocação inaceitável" e declarou "seu espanto pelo envolvimento da organização em atividades anticubanas".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A mesma justificativa foi apresentada pelas embaixadas cubanas em Santiago e na Cidade do México às Chancelarias locais, que expressaram sua reprovação à rejeição dos vistos de Mariana Aylwin e Felipe Calderón.

Apesar de não contar com seus convidados ilustres, a organização manteve a cerimônia, mas na sala da casa de Rosa María Payá, com a participação de outros dissidentes, jornalistas e diplomatas americanos e europeus.

Na sala, havia a bandeira cubana e a foto de Payá. "Esperamos que esta agressão e esta grosseria do governo cubano com nossos convidados tenha resposta dos membros da OEA e outros governos democráticos", disse a ativista.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A líder da organização anunciou ainda que os prêmios serão entregues assim que Almagro e Aylwin consigam viajar a Havana. Embora a reunião tenha sido monitorada por agentes do regime, nenhum dissidente foi detido.

Cuba foi suspensa da OEA em 1962, no apogeu da Guerra Fria e do confronto com os EUA. O país se nega a voltar à organização por considerá-la um instrumento da pressão americana, mesmo tendo sido readmitida em 2009.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV