Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Secretário de Estado dos EUA dá apoio a solução política para guerra na Síria

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O secretário de Estado americano, Rex Tillerson, deu apoio nesta sexta-feira (17) a uma solução política para a guerra civil na Síria, a primeira manifestação do governo de Donald Trump favorável às negociações para o fim do conflito.

Em encontro com aliados dos EUA contrários o regime de Bashar al-Assad, o chefe da diplomacia negou que o país tenha se inclinado à Rússia, que auxilia militarmente o ditador a derrotar sua oposição.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Segundo diplomatas, Tillerson disse que só seria possível uma cooperação com Moscou caso governo russo aceite que nem toda a oposição ao regime sírio é terrorista, como as autoridades de Damasco definem.

Outro ponto de oposição ao Kremlin foi o apoio às negociações de paz de Genebra, conduzidas pela ONU com respaldo de EUA, França e Reino Unido, que devem ser retomadas na cidade suíça na próxima semana.

Por outro lado, os russos se aliaram à Turquia e ao Irã em um diálogo alternativo sediado em Astana, no Cazaquistão, que teve reunião nesta sexta. Em nenhum dos dois casos o regime e a oposição chegaram a um acordo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A defesa pela solução pacífica tranquilizou os países europeus depois que Trump deu sinais dúbios sobre a abordagem sobre o conflito sírio. Na posse, enfatizou a presença do terrorismo no país, dizendo que aniquilaria a facção terrorista Estado Islâmico.

Um dos exemplos foi o anúncio, em 31 de janeiro, do envio de veículos blindados e equipamentos a milícias que combatem os extremistas. Três dias antes, porém, prometeu uma "real coordenação" com o líder russo, Vladimir Putin, no combate ao terrorismo.

Antes de assumir ainda prometeu reduzir o apoio aos rebeldes sírios dias depois de vencer a eleição.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os ministros das Relações Exteriores francês, Jean-Marc Ayrault, e alemão, Sigmar Gabriel, afirmaram que entre eles e Tillerson ficou claro que todos concordam em uma solução pacífica e na pressão ao governo russo e a Damasco.

As forças de Assad estão no momento mais forte desde o começo da guerra, em 2011, graças ao apoio de Moscou. Por outro lado, os rebeldes se enfraqueceram por não terem forças suficientes para combater o regime e os terroristas ao mesmo tempo.

CHINA

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Depois do encontro sobre Síria, Rex Tillerson reuniu-se com seu colega chinês, Wang Xi, a quem cobrou uma pressão maior do país à aliada Coreia do Norte, depois do último teste de mísseis balísticos, realizado no domingo (12).

Segundo o porta-voz do Departamento de Estado, Mark Toner, o americano sinalizou o perigo crescente do programa nuclear e de mísseis e pediu o uso de "todos os meios disponíveis" para moderar o regime de Kim Jong-un.

Na primeira reunião entre os dois países desde a posse de Trump, os dois discutiram esforços para avançar na relação bilateral e na estabilidade global. No entanto, não houve menção nas notas oficiais a temas polêmicos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dentre eles, o pedido de Trump pelo fim da desvalorização artificial do yuan, que dá vantagem à China no comércio exterior, o avanço militar pelo Sudeste Asiático e as disputas territoriais de Pequim com aliados dos EUA na Ásia.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV