Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Chanceler venezuelana chama Serra de corrupto, e critica viagem de opositor

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A ministra das Relações Exteriores da Venezuela, Delcy Rodríguez, chamou nesta quinta-feira (9) seu colega brasileiro, José Serra, de corrupto e o criticou por ter recebido o presidente da Assembleia Nacional, Julio Borges.

Em uma rede social, Rodríguez referiu-se ao brasileiro como "chanceler de facto" e considerou ilegítima a reunião com o líder do Legislativo, que faz a oposição ao presidente Nicolás Maduro assim como a maioria da Casa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"O chanceler de facto é acusado de graves delitos de corrupção e se intromete em assuntos internos da Venezuela. Golpistas não poderão com nosso povo!", disse a ministra, em referência às acusações contra o tucano na Operação Lava Jato.

Ela ainda chamou Borges de "usurpador de funções" por considerar que só o governo tem o direito de representar o país no exterior. "O senhor Julio Borges, envolvido em delitos contra a ordem constitucional da Venezuela, ostenta amizades corruptas."

Para Rodríguez, a oposição forma uma quadrilha com governos adversários do chavismo. "A direita corrupta, golpista e criminosa se carteliza internacionalmente contra os povos de nossa América e favorece poderes imperiais."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Julio Borges foi recebido por Serra na quarta (8), depois de o venezuelano ser reunido no Congresso Nacional com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE).

O chanceler não deu apoio formal à oposição venezuelana. Maia, porém, prometeu tentar reunir os Parlamentos dos países sul-americanos para declarar seu repúdio ao bloqueio do Legislativo venezuelano, declarado em desacato pela Justiça.

O governo venezuelano não reconhece o presidente Michel Temer por considerar que o impeachment de Dilma Rousseff foi um golpe de Estado. Embora a presidente tivesse tentado se distanciar de Caracas, o PT mantinha seu apoio a Maduro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para ele, Temer, o argentino Mauricio Macri e o paraguaio Horacio Cartes formam a "tríplice aliança golpista". Os países impediram em setembro que o chavista assumisse a presidência do Mercosul e suspenderam a participação venezuelana no bloco em dezembro.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV