Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Em apoio a PMs, policiais civis do ES param nesta quarta e ameaçam greve

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

CAROLINA LINHARES, ENVIADA ESPECIAL

VITÓRIA, ES (FOLHAPRESS) - Uma assembleia de policiais civis do Espírito Santo decidiu por fazer uma paralisação nesta quarta-feira (8) em Vitória. Os agentes da Polícia Civil estão cogitando entrar em greve, assim como fizeram os militares.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A ação deles é um apoio à greve dos policiais militares do Estado, deflagrada na última sexta (3), e é também um protesto contra a morte de um policial civil em Colatina, no interior do Estado, ao tentar impedir um assalto.

Os sindicatos dos policiais civis organizam reuniões com a categoria nesta quarta e também na quinta (9) para decidir se iniciam ou não uma greve.

Nesta quarta, houve um cortejo de policiais nas ruas de Vitória em homenagem ao policial morto, e uma manifestação está prevista para acontecer na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Protesto de policiais civis no Espírito Santo em apoio à greve da PM

Os policiais civis seguiram a pé até o Quartel do Comando-Geral da PM para demonstrar apoio ao movimento de familiares dos militares. No ato, os agentes de segurança pública criticam o governador do Espírito Santo, Paulo Hartung (PMDB), e reclamam que faltam policiais no Estado.

Mais cedo, Hartung, concedeu uma entrevista coletiva à imprensa e disse que a greve dos PMs "é uma chantagem". Ele ainda afirmou que só vai negociar as reivindicações dos policiais militares quando a paralisação for interrompida.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

CRIMINALIDADE

Segundo o Sindicato dos Policiais Civis, o número de mortos desde sábado (4) no Estado subiu para 85. O governo não confirma o número.

O Sindicato dos Rodoviários decidiu manter os ônibus na garagem após o clima de tensão desta terça (7), quando o Exército teve que interferir para liberar uma avenida em frente ao Quartel do Comando-Geral da Polícia Militar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Centenas de pessoas se reuniram em frente ao quartel, onde familiares de policiais e manifestantes que querem a volta da PM protestavam.

Onda de violência no ES PM está em greve desde o dia 3 de fevereiro Com PM em greve, ES tem aumento de violência e pede ajuda do Exército Justiça diz ser ilegal greve de PM no ES e estipula multa de R$ 100 mil por dia Após ataques, ruas de Vitória ficam vazias e shoppings fecham as portas Onda de violência em Vitória superlota departamento de medicina legal "Após acompanhar cuidadosamente os últimos acontecimentos, ainda não se reconstituiu o ambiente que garanta a plena segurança e mobilidade de servidores, população e suas famílias. Por isso, infelizmente é necessário suspender novamente todas as atividades da prefeitura", afirmou prefeito de Vitória, Luciano Rezende (PPS).

Pelo terceiro dia seguido, escolas e postos de saúde amanheceram fechados nesta quarta (8) em Vitória, mesmo com a presença do Exército nas ruas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O secretário de Segurança Pública do Estado, André Garcia, voltou a dizer que 1.200 homens das Forças Armadas e da Força Nacional de Segurança patrulham a Grande Vitória. Disse também que solicitou mais tropas ao governo federal.

REAJUSTE SALARIAL

Desde sábado, familiares de policiais bloqueiam a saída de viaturas das unidades de polícia. Eles pedem melhores condições aos policiais militares, como aumento de salário e adicionais por periculosidade e trabalho noturno.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com o Clube dos Oficiais da PM do ES, os servidores estão há três anos sem receber recomposição da inflação -a última reposição foi em 2014, de 4,5%. O último aumento salarial da categoria ocorreu em 2010.

Os policiais militares são proibidos pela Constituição de realizarem greves. A Justiça considerou ilegal a paralisação e determinou o fim do movimento, mas o patrulhamento continua suspenso. No caso de descumprimento da ordem, foi fixada multa diária de R$ 100 mil às associações de policiais militares.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV