Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

CEO da Uber deixa conselho de Trump após pressão por decreto migratório

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O executivo-chefe da Uber, Travis Kalanick, deixou o conselho de empresários do presidente Donald Trump após ser pressionado devido ao decreto que proíbe temporariamente a entrada de cidadãos de sete países de maioria islâmica e de refugiados nos Estados Unidos.

Em e-mail para os funcionários da empresa nesta quinta-feira (2), Kalanick afirmou que conversou com o republicano sobre as preocupações com a política anti-imigração e os problemas que pode criar ao país.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Ele disse ter saído devido à interpretação que sua participação no grupo pode ter. "Integrar o grupo não era para ser um endosso ao presidente e a suas políticas, mas infelizmente isso tem sido mal interpretado", disse.

"Há muitas maneiras de continuar a defender pela mudança justa na imigração, mas ficar no conselho era uma forma de ficarmos no caminho para isso. O decreto está ferindo muitas pessoas em comunidades de todo o país."

A saída acontece após a Uber sofrer um boicote nos EUA por impedir o uso da tarifa dinâmica -que aumenta o preço das corridas- durante uma greve de taxistas em Nova York em protesto contra as medidas anti-imigração.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Manifestantes anti-Trump e usuários encararam a medida como uma forma de se aproveitar do ato para lucrar. Nos dias subsequentes, o aplicativo recebeu milhares de pedidos de cancelamento de americanos.

A demanda foi grande a ponto de a empresa ter que mudar o sistema de cancelamento para apagar os perfis de forma automática -antes um funcionário da Uber avaliava as solicitações e dava baixa nas assinaturas.

O presidente da Uber chegou a criticar o decreto, mas não estancou a perda de clientes. Também anunciou um fundo de US$ 3 milhões (R$ 9,36 milhões) para dar apoio aos motoristas que sejam prejudicados pela proibição.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As críticas chegaram também da própria equipe do aplicativo. Antes da carta a seus funcionários, Kalanick planejava ir à reunião do conselho econômico de Trump desta sexta (3) em Washington.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV