Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Israel expulsa colonos irregulares e autoriza 3.000 casas na Cisjordânia

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - As forças de segurança de Israel começaram nesta quarta-feira (1º) a expulsar, a pedido da Suprema Corte, entre 200 e 300 colonos judeus do assentamento de Amona, construído sem autorização na Cisjordânia.

Policiais tomaram o controle das primeiras casas sem encontrar resistência, com exceção de alguns jovens que lançaram pedras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Os colonos começaram a se instalar em Amona a partir do fim dos anos 1990. A Suprema Corte israelense ordenou sua evacuação antes de 8 de fevereiro, considerando que havia sido construída em terras privadas palestinas.

Trata-se de uma colônia ilegal do ponto de vista do direito que Israel aplica à maioria da Cisjordânia, um território palestino ocupado desde 1967.

NOVAS CASAS

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Horas antes, o governo havia autorizado a construção de 3.000 novas casas em assentamentos regulares na Cisjordânia.

Israel tem acelerado a expansão de assentamentos desde a chegada de Donald Trump à Presidência dos Estados Unidos, em 20 de janeiro. Desde então, já foram anunciadas 6.000 novas casas em territórios palestinos.

Visto com bons olhos pela direita israelense, o republicano demonstrou apoio aos assentamentos, que são alvo de controvérsia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A comunidade internacional considera que a expansão de assentamentos israelenses representa um entrave para as negociações para a criação de um Estado palestino na Cisjordânia. Ademais, leis internacionais proíbem a transferência de civis para territórios ocupados.

O governo israelense justifica a expansão de assentamentos para atender à demanda por moradias e para "retornar à vida normal".

Atualmente, cerca de 385 mil colonos judeus vivem em 131 assentamentos autorizados pelo governo israelense e outras 97 localidades irregulares na Cisjordânia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV