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Batalhão de Choque entra em presídio do RN após seis dias de rebelião

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Policiais militares iniciaram no início da noite desta quinta-feira (19) a entrada no presídio de Alcaçuz, na região metropolitana de Natal, após seis dias de rebelião. Ainda não há informações de confrontos no local.

O governador Robinson Faria (PSD) já tinha afirmado, durante a tarde, que as forças policiais do Estado estavam preparadas para entrar a qualquer momento.

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"A curto prazo agora é evitar uma nova briga, uma nova matança entre eles. Por isso nós vamos entrar daqui a pouquinho, a operação vai começar já já. Em um segundo momento vamos transferir os presos das facções para presídios separadamente", afirmou Faria em entrevista à GloboNews.

Antes da entrada dos policiais, os presos iniciaram um incêndio no pavilhão 3. As causas do fogo ainda são desconhecidas, mas muita fumaça ainda saía do local no início da noite.

O governador falou que pretendia separar membros do PCC (Primeiro Comando da Capital) e o Sindicato do Crime, que andavam livremente dentro do presídio.

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"A ordem é retomar a ordem do presídio, fazer uma corrente humana de policiais, separando eles, para acabar com essa folga de ficarem perambulando, e amanhã se inicia a construção de um paredão, de placas de concreto, para separar até você ter toda a remoção, no Estado inteiro".

Ao menos 27 presos foram mortos desde o início da crise prisional no Rio Grande do Norte. Apenas em Alcaçuz são 26 mortes confirmadas. Na manhã desta quinta, a tensão voltou a aumentar, com novo confronto entre as duas facções. O governador afirmou haver feridos, mas não confirmou o estado deles e se houve mortes.

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