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Suspeitos da morte de embaixador grego são levados para prisão no Rio

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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Suspeita de envolvimento na morte do embaixador da Grécia no Brasil, Kyriakos Amiridis, 59, sua mulher, Françoise Amiridis, 40, foi levada, neste sábado (31), para o Complexo Penitenciário de Bangu.

Seu amante, o soldado da PM Sérgio Gomes Moreira Filho, 29, também foi levado para a Unidade Prisional da PM. Ele confessou à polícia ter matado o embaixador.

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O primo do policial, suspeito de ser cúmplice do assassinato, Eduardo Moreira, 24, ainda está preso na delegacia que investigou o caso, a Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense, em Belford Roxo. A Justiça decretou a prisão temporária dos três na noite de sexta (30).

Embora enfatize serem investigações preliminares, a polícia trabalha com a hipótese de que o crime tenha sido planejado pelo casal para que a viúva herdasse seus bens.

Em depoimento, o PM negou que o ato tivesse sido premeditado, e disse que a morte foi resultado de uma luta corporal entre os dois. Depois de matá-lo, teria convocado seu primo, Eduardo Moreira, 24, para ajudá-lo a se desfazer do corpo.

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Já Eduardo afirma que Françoise não participou do assassinato, mas o planejou e lhe ofereceu R$ 80 mil para tomar parte, valor que seria pago depois da execução. Segundo a polícia, Françoise diz que sabia que Sergio matara o embaixador, mas nega que tivesse planejado e mesmo que soubesse do crime. Ela afirma que apenas no dia seguinte o PM lhe contou o que acontecera.

O soldado está na Polícia Militar desde abril de 2012 e trabalhava na UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) Fallet/Fogueteiro. Ele será submetido a processo administrativo disciplinar e um conselho de revisão disciplinar decidirá por sua permanência ou exclusão da instituição. A defesa dos suspeitos não foi encontrada até as 14h deste sábado.

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