Corpos superconservados são achados em pântanos europeus
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Corpos, datados de mais de 2.000 anos atrás e extremamente bem conversados, têm sido encontrados nos pântanos europeus.
Os pesquisadores que tem estudado esses raros casos acreditam que as tumbas lamacentas serviam como locais para depósito de sacrifícios religiosos -no caso, pessoas mortas como oferendas a divindades- durante a Idade de Ferro (que se iniciou em 1.200 a.C. na Ásia e Europa).
Através de autópsias, os pesquisadores conseguiram identificar que praticamente todos os corpos encontrados tinham sido vítimas de mortes violentas, entre elas, enforcamentos e gargantas cortadas.
A Dinamarca, por contar com grandes concentrações de pântanos, concentra também a maior parte dos corpos.
A assustadora conservação dos cadáveres, de forma geral, deve-se aos ácidos produzidos pelo musgo presente nos pântanos.
