Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Por associação ilícita, Justiça ordena embargo de R$ 2 bi contra Cristina

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SYLVIA COLOMBO

BUENOS AIRES, ARGENTINA (FOLHAPRESS) - A Justiça da Argentina ordenou o embargo de 10 bilhões de pesos (cerca de R$ 2 bilhões) em bens da ex-presidente Cristina Kirchner, além de outras quantias menores de ex-funcionários de seu governo, como o ex-ministro do Planejamento Julio De Vido.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O embargo é parte da investigação por associação ilícita e administração fraudulenta agravada na qual ambos são suspeitos de estarem envolvidos. Nela, apura-se se houve desvio ilícito de verba estatal destinada a obras públicas para o empresário Lázaro Báez, amigo pessoal do casal Kirchner.

Báez está preso há oito meses e ficou famoso quando vieram à luz, pela televisão argentina, imagens em que carregava aviões cheios de notas de euros para fora do país, ou outras dele tentando escapar de casa no meio da noite com malas cheias de dinheiro.

Preso há oito meses, Baez havia recebido concessão para realizar 78,4% das obras públicas nas gestões Néstor e Cristina (2003-2015).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A ex-presidente já havia sido ouvida dentro desse processo e, em sua defesa, pediu que se fizesse uma auditoria dos contratos realizados dentro do período, que ela defende que respondem aos requisitos legais.

Além da constante preferência pela empresa de Baez, investiga-se o superfaturamento dessas obras. O empresário ainda responde por dois outros processos por lavagem de dinheiro.

Já Cristina também está sendo processada pelo caso do "dólar futuro" (em que teria especulado com a variação do câmbio da moeda), a dos Sauces SA (empresa da família acusada de enriquecimento ilícito) e na do Hotesur (hotel em Calafate pertencente aos K suspeito de ser usado para lavagem de dinheiro).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV