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'Se for vítima de preconceito, não deixe passar', dizem Gagliasso e Ewbank após ataques a Titi

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank usaram as redes sociais para agradecer a polícia, que, nesta terça-feira (20), localizou sete suspeitos de ter enviado comentários racistas a Titi, filha dos dois.

Em mensagem conjunta publicada na página oficial de ambos no Facebook, eles disseram que a filha é mais uma vítima do racismo no país e incentivaram seus seguidores a denunciar esse tipo de crime. "Agradecemos à polícia por ter elucidado todo o caso da agressão a nossa filha", disseram.

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"Temos consciência de que ela é apenas mais uma das milhares de pessoas vítimas de preconceito todos os dias nesse país, um país que também é vítima recorrentemente de falta de investimento em educação e de ações afirmativas contra o preconceito racial", escreveram.

"Não podemos ser tolerantes com o preconceito. Preconceito é crime. Converse com seus pais, com seus filhos e na sala de aula, e, se for vítima de agressão, denuncie, não deixe passar. Temos que colocar luz sobre esse problema", completaram.

Nesta terça, a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro deflagrou a Operação Gagliasso, que cumpriu dois mandados de busca e apreensão na cidade de Guarulhos (SP) e um na cidade de Itaquaquecetuba (SP).

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Durante a operação, também foram apreendidos celulares, e sete pessoas foram levadas à delegacia para prestar esclarecimentos, incluindo um adolescente de 17 anos, que confessou ser um dos autores das ofensas publicadas nas redes sociais.

Segundo a Polícia Civil, o adolescente disse ter criado um perfil falso em uma rede social para fazer as ofensas, acreditando que assim ficaria impune.

No dia 16 de novembro, Gagliasso foi à Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), na zona oeste do Rio, para prestar queixa contra os comentários racistas deixados para Titi. As mensagens haviam sido escritas em uma foto publicada por Giovanna Ewbank no Instagram.

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