Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Após rebeldes violarem trégua em Aleppo, Exército sírio retoma combate

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Exército sírio retomou os combates em Aleppo para responder aos ataques rebeldes, anunciou nesta quarta-feira (14) o Exército russo, principal aliado das tropas de Bashar al-Assad.

De acordo com o OSDH (Observatório Sírio de Direitos Humanos), tiros e bombardeios foram ouvidos na cidade nesta quarta, depois de uma trégua negociada por governo e rebeldes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Parece que tudo [o cessar-fogo] acabou", disse Rami Abdulrahman, diretor do observatório.

"Aproveitando a trégua, os rebeldes se reagruparam ao amanhecer e tentaram ultrapassar as posições das tropas sírias no noroeste de Aleppo", afirma um comunicado do Exército russo.

"O ataque terrorista foi rejeitado. O Exército sírio prolongou as operações de libertação", completa o comunicado, sem informar sobre eventuais operações militares em curso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

RETIRADA DE CIVIS ATRASADA

A operação de retirada de civis e rebeldes da cidade síria, que deveria começar na manhã desta quarta-feira, estava atrasada em várias horas. De acordo com os rebeldes, ela foi "suspensa".

Uma autoridade dos rebeldes que ocupam a região culpou o Irã e milícias xiitas aliadas ao presidente sírio, Bashar Al-Assad, pelo adiamento. O Irã teria adicionado uma cláusula no acordo de cessar-fogo, para que feridos nas vilas de Foua e Kefraya, cercadas por rebeldes, fossem retirados simultaneamente. A trégua foi negociada entre Rússia e Turquia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Governo, Rússia e Turquia não deram explicações para o atraso.

Um acordo mediado por Rússia e Turquia na terça-feira (13) previa a saída dos civis e rebeldes que se encontram no último bolsão de resistência na zona leste da segunda maior cidade da Síria.

A retirada deveria começar às 5h (1h de Brasília), de acordo com o OSDH.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mais de três horas depois, no entanto, quase 20 ônibus permaneciam estacionados no bairro de Salahedin, dividido entre o regime e os rebeldes.

Os motoristas dormiam nos ônibus e não era possível observar nenhum civil ou rebelde nos arredores.

Nesta quarta-feira, o governo da França pediu a presença de observadores da ONU para supervisionar o processo em Aleppo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A França solicita observadores das Nações Unidas para ter a garantia de que a saída dos civis é uma prioridade, mas também para que os combatentes não sejam massacrados", firmou o ministro das Relações Exteriores, Jean-Marc Ayrault.

Na terça-feira, a embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Samantha Power, já havia solicitado a presença de "observadores internacionais imparciais" para supervisionar a retirada dos civis, que segundo ela "temem ser abatidos na rua ou enviados para alguns dos 'gulags' de Assad".

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV