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Trump diz que imigração, economia e saúde serão as prioridades do governo

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ANNA VIRGINIA BALLOUSSIER

NOVA YORK, EUA (FOLHAPRESS) - Segurança na fronteira, economia e sistema de saúde. Serão essas as três prioridades de seu governo, disse nesta quinta-feira (10) o presidente eleito dos EUA, Donald Trump.

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Ele não quis responder sobre outro plano que protagonizou sua campanha: o veto à entrada de muçulmanos no país, plataforma depois amenizada para "apenas" aqueles vindos de países com histórico terrorista -como sírios que fogem da guerra civil local, quase um quarto dos 21 milhões de refugiados no mundo, segundo a ONU.

Questionado se trabalharia com o Congresso (que manterá maioria republicana) para tirar a proposta do papel, ele nada disse sobre o assunto. "Obrigado a todos", disse e saiu de cena.

Em Washington, Trump encontrou com líderes republicanos após sua primeira reunião com o presidente Barack Obama.

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Conversou com repórteres na saída do bate-papo com congressistas do partido, entre eles o líder da maioria no Senado, Mitch McConell, e o presidente da Câmara, Paul Ryan, com quem teve atritos durante a campanha presidencial.

Trump disse ter "muitas ótimas prioridades", que deixarão "as pessoas muito, muito felizes".

"Estamos vendo com firmeza a [questão da] imigração, vamos analisar as fronteiras. Estamos analisando com muita firmeza o sistema de saúde e os empregos, empregos bons."

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Na corrida contra a democrata Hillary Clinton, o republicano prometeu repelir o Obamacare, reforma no sistema de saúde implementada pelo atual presidente. Ao lançar sua candidatura, em junho de 2015, disse que seria "o melhor presidente para [gerar] empregos que Deus já criou".

Em breve, o presidente eleito começará a receber relatórios de inteligência com material classificado, com informações do Pentágono e da NSA (Agência Nacional de Segurança), entre outros órgãos.

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