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ATUALIZADA - Após 26 horas, Metrô de SP anuncia conserto de linha sem revelar falha

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THIAGO AMÂNCIO

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Metrô de São Paulo anunciou na tarde desta quinta-feira (10) que corrigiu, após 26 horas, a falha na linha 3-vermelha que deixou trens com velocidade reduzida, filas extensas nas estações, longo tempo de espera para embarcar e vagões superlotados.

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A empresa, contudo, não informa qual foi exatamente a falha. Apenas diz, em nota, que "a causa deste incidente notável será apurada por uma comissão de especialistas".

Os problemas começaram por volta das 14h30 de quarta-feira (9), quando o sistema de sinalização apresentou falhas entre as estações Belém e Pedro II -e isso é tudo o que o Metrô informa. Funcionários nas estações relataram que esse sistema fica nos trilhos, e que a circulação dos trens atrasou ainda mais porque a falha era analisada enquanto a linha operava.

O Metrô, ligado à gestão Geraldo Alckmin (PSDB), diz que equipes foram acionadas e "trabalharam de forma ininterrupta" durante a madrugada e mesmo no intervalo entre os trens já na manhã e tarde desta quinta-feira. A falha foi resolvida às 16h38 desta quinta, diz a empresa;

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O caos se instalou na linha vermelha nesta quarta próximo do horário de pico. O Metrô diz que nenhuma estação foi fechada, mas a reportagem presenciou, por volta das 19h, todos os acessos da estação República (na região central de São Paulo) bloqueados e viu centenas de usuários serem impedidos de entrar pelos seguranças.

"Para manter a segurança dos usuários foi feito controle do fluxo de entrada em todas as estações para evitar aglomerações nas plataformas", diz a companhia.

A estação Anhangabaú (também no centro) não chegou a ter os portões fechados, mas as catracas foram bloqueadas por um longo tempo, formando filas extensas até tarde da noite. As plataformas de embarque também estavam lotadas.

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Na manhã desta quinta, o cenário ainda era o mesmo. Com parada mais longa nas estações, os trens ficavam minutos com a porta aberta e passageiros relataram demorar horas para fazer percursos que costumam durar minutos. O cenário era pior ainda nas estações que concentram outras linhas da CPTM, como a do Brás (zona leste).

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