Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Warpaint e MIA mostram força feminina no Pitchfork Festival Paris

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

LÚCIO RIBEIRO, ENVIADO ESPECIAL *

PARIS, FRANÇA (FOLHAPRESS) - A última noite da edição 2016 do Pitchfork Festival Paris foi marcada pelo empoderamento feminino.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O quarteto californiano de garotas Warpaint mostrou um dos shows mais coesos de sua carreira de quase dez anos e três álbuns lançados, curiosamente depois que soltaram o melhor deles, "Heads Up", que saiu no fim de agosto junto com entrevistas que revelaram uma quase separação da banda.

Ao vivo, como foi o caso do show de sábado no Pitchfork Festival, o Warpaint perpassou toda sua trajetória, do dream pop viajante influenciado pelos tempos de relacionamentos produtivos com o guitarrista John Frusciante (Red Hot Chili Peppers), no início da carreira, até o seguro power pop de agora, na fase adulta, mesmo sem perder essa amarra de viagem musical.

O Warpaint sabe mexer com climas. Outra das bandas que souberam mexer muito bem com o azul e o rosa das luzes que tingiram a maioria dos shows do festival francês importado de Chicago, o grupo americano espalhou psicodelia pelo Grande Halle de la Villette mesmo em canções cantaroláveis de sua nova fase.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Até que, não demorou muito, para o festival receber no palco a atração principal da noite e de todo o festival, a rapper "guerrilheira" inglesa MIA. E a paz colorida das Warpaint deu lugar a uma violência estética e sonora. Seja em entrevistas, seja em sua música, a cantora que acumula funções como cineasta, ativista, produtora de discos, artista visual, modelo e fotógrafa de origem tâmil que sempre abriu fogo contra todo mundo. Da CIA à política de refugiados, do Google à Beyoncé. Desde o começo dos anos 2000.

E entrou em cena no Pitchfork meio camuflada, algo fashion, dentro de um pesado casaco gigante cor de terra, dizendo: "Paris, quanto tempo... Muita coisa aconteceu aqui desde a última vez que me apresentei na cidade". É preciso muito desapego do noticiário do último ano para não entender o que ela quis dizer.

E o resto foi um habitual descarrego de hip-hop, raiva, electropunk, contundência e dance music quebrando por uma hora e por completo o clima cool e viajante do Pitchfork Festival Paris, fazendo o festival botar um pouco os pés no chão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

( * ) O jornalista Lúcio Ribeiro viaja pela Europa à convite da Air France.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV